Reflexões

07:22



Olá Pessoas! Segue o sexto capítulo de Destino!

Boa leitura!



SEXTA LIÇÃO – As Respostas Estão Adormecidas em Nós Mesmos...

— Você só aparecera agora para me amparar. Não entendo como, eu nunca havia passado daquele momento, mas agora pude ver tudo como se flutuasse sobre a cena, como se eu não mais fizesse parte dela. — explicava Natália para Andrew, que gravava tudo para mostrar ao seu terapeuta/hipnólogo — Também não vejo o rosto do homem morto, não o vejo mesmo antes de morrer, apenas vejo o fogo, sinto o calor do fogo chegando a mim e vejo a fumaça que se desprende do objeto em chamas. Estou, no entanto, longe demais para ver o rosto da pessoa que morre. E mesmo assim, quando vi o homem hoje, na sorveteria, sabia que era ele! Sinto como se o conhecesse há muito tempo, sem nunca ter trocado uma única palavra sequer com ele. Mesmo sem saber nada sobre ele, ao menos o nome, sem nunca ter ouvido a sua voz, sem saber nada da sua vida, eu tenho certeza de que era ele! Por mais que me esforce, eu não posso compreender! Por que uma pessoa que eu nunca vi antes, aparece-me nos sonhos? Por que a mim?
— Eu poderia lhe dar muitas explicações, querida Natália, mas acho melhor você marcar uma sessão de hipnose. Pode ser que eu emita uma opinião equivocada, o que a deixaria com mais dúvidas ainda. Você mesma poderá encontrar suas respostas. Elas estão em você e não em mim ou em qualquer outra pessoa.
— Hipnose? Não sei, não. Tenho medo.
— Não precisa ter medo. Já assistiu às minhas sessões, viu o que acontece. Não é nada de mais. É só uma indução voluntária para que você encontre o que procura.
— E se eu não gostar do que encontrar?
— É um risco. Nem sempre as visões são agradáveis e nem toda vez as respostas vêm da forma como gostaríamos que viessem. Há lembranças que nos fazem sofrer e muito. É triste, por exemplo, assistir à própria morte. É triste ver sua família morrendo. Mas é necessário. Se estamos cobertos por um véu de ignorância, de esquecimento, como podemos saber a verdade? É preciso que aprendamos a romper o véu. Então libertaremos nossa memória e seremos livres para viajar ao passado quando e como acharmos melhor. Mas para isso, há que ter muita disciplina. Como em tudo o que se faz, pode ser bom ou ruim. Há riscos a correr. Se não houver coragem para superar estes riscos e disciplinar a mente, não adiantará de nada tentar. Coragem e fé, eu diria.
— Fé? Fé é coisa de igreja, não se enquadra muito a conceitos terapêuticos.
— Não, acho que você não compreendeu o que eu quis dizer. Você tem de estar apta a aceitar o que verá. Precisa querer voltar, deixar-se levar pelas palavras do hipnólogo. Tem de acreditar. Ou então não conseguirá. Há que se deixar influenciar, soltar as rédeas da própria consciência. Ainda que isso pareça assustador, visto desta forma, é bem mais simples do que parece. É só relaxar, o que eu admito, não ser fácil em todas as vezes. Mas não é impossível. Talvez não consigamos na primeira tentativa, então incluiremos mais uma dádiva aí, a persistência.
— Eu realmente estou em dúvida, Andrew.
— O que você tem a perder? Vamos, dê o primeiro passo em sua nova vida! Esta é a sua primeira chance. A oportunidade que precisa para descobrir o sentido da sua vida. O máximo que pode acontecer é não achar as respostas que procura, mas ficando aí parada, elas não virão até você mesmo. Você tem de querer, tem de desejá-las para que se mostrem. Da mesma forma que não poderá ganhar na loteria se não jogar, também não encontrará as respostas se não procurar por elas. Eu sou a prova viva disso tudo. Você me conhece desde que éramos crianças, sabe tudo sobre minha vida, acompanhou minha trajetória até aqui. Você pode dizer melhor do que ninguém quantas vezes eu me perdi, quantas vezes precisei da sua ajuda para me reencontrar e você estava lá, pronta para me levantar, pronta para me amparar e evitar uma nova queda. Agora eu lhe peço que me deixe ajudá-la. Deixe-me retribuir a gentileza. Eu sei que posso lhe mostrar o caminho se você estiver disposta a percorrê-lo ao meu lado.
— É que os nossos casos são diferentes, Andrew...
— Sim, eu sei. Eu carrego comigo o mesmo sonho que você carrega consigo. Porém eu sonho acordado, sonho o tempo todo. Vejo a morte acompanhando as pessoas na rua, onde quer que eu esteja. Vejo as dores das pessoas, sinto-as em mim mesmo. Como você sente uma dor que não é sua, em seu sonho. Eu vejo as doenças nos corpos das pessoas, vejo as doenças das almas também. Eu percebo a presença de pessoas com quem já vivi, com quem compartilhei outra vida, sei que as conheço profundamente, embora elas nem sequer saibam que eu existo. Exatamente como aconteceu quando você viu o homem do seu sonho. No começo doía muito para mim, visto que não posso interferir em nada, o que adianta saber, para que ver estas coisas? Eu vi pessoas que amava morrendo e não pude evitar. Vi-os sofrendo, vi cânceres tomando conta dos corpos e não pude evitar. Por vezes tentei alertá-los, mas de nada adiantou. Eu passava as noites rezando para não ver mais a morte, rezando para que meu dom fosse tirado de mim. Era preferível não saber, assim poderia cultivar a esperança. Mas não pude mudar as coisas. Não se foge das consequências da nossa própria existência. Deixamos rastros quando passamos por aqui. Deixamos contas a pagar, deixamos amores ainda por viver. Ao contrário do que se pensa, não somos pré-destinados. Fazemos nossas próprias escolhas e, nesta vida ou em outra, pagamos o preço por elas ou colhemos os bons frutos que nos trazem.
— É, eu acho que nem sei o que é sofrimento, perante você, Andrew. Estou envergonhada de afligi-lo com uma coisa tão insignificante: um simples sonho.
— Os sonhos não são insignificantes. São expressões da alma e do corpo. Os sonhos refletem coisas guardadas nas nossas mentes. Nada, absolutamente nada é insignificante. Tudo tem um porquê. Eu vi você adoecendo, Natália. Vi o aneurisma crescendo dentro de você, dia após dia e vi que não será fatal. Se eu lhe dissesse, teria antecipado o seu sofrimento ou causado muito mais desnecessariamente. Não há dor que não possamos suportar desde que essa dor seja vinda de nós mesmos, de nossos atos, das nossas consequências. Já a dor causada pelos atos alheios, estas não sabemos que intensidade pode ter. E é bem possível que não consigamos suportar. E estamos expostos a isso o tempo todo. Ainda que não gostemos, as escolhas dos outros refletem em nós todo o tempo. Como você pode ver, a minha escolha de ajudá-la, reflete em sua opinião de procurar ou não as respostas às quais anseia por meio da hipnose. No entanto, você é livre para aceitar ou não, para seguir o caminho que achar melhor e essa escolha refletirá diretamente em mim. Alterará meu destino, você entende?
— Eu acho que sim. Eu vou com você, Andrew, afinal que mal pode ter? Em último caso, será uma experiência interessante.
Logo na primeira hora da tarde estavam os dois na sala de espera do terapeuta/hipnólogo de Andrew. Natália esfregava as duas mãos com ansiedade e mordiscava os lábios vez ou outra. Andrew percebeu seu nervosismo e estendeu sua mão em direção à dela, aquecendo-a e transmitindo segurança. Pouco mais de cinco minutos se passaram, que para ela mais pareceram uma eternidade, até que o homem baixo e magro surgisse à porta do consultório. Natália o imaginara diferente. Andrew havia lhe contado que para poder-se trabalhar com hipnose era necessário ter muita experiência. Logo ela imaginara um velho e ranzinza doutor, de vastos bigodes negros e com cara de inquisidor. Mas ele não se parecia nadinha com a figura sinistra que ela idealizara para um terapeuta muito experiente. Estava mais apropriado para um galã de novela das sete. Era jovem e tinha cabelos desordenados e sem corte definido, nem curtos, nem longos, ela os diria medianos. Não devia ter muito mais do que trinta anos e trajava uma calça jeans comum e uma camisa branca de colarinho, as mangas arregaçadas até a metade dos braços e os dois botões superiores abertos. O rosto era liso e esbanjava um sorriso jovial. Não se via nem sequer sombra de que pudesse ter havido um bigode ali algum dia. A voz era suave e acolhedora e fez com que ela pensasse não ser difícil render-se aos seus encantos, deixar-se conduzir por ele. Ele os cumprimentou cordialmente e depois os convidou a entrar na saleta. O espaço era pequeno e mantinha uma semiluminosidade avermelhada, diferente do que ela imaginara, mas agradável e aconchegante. Não havia muitos objetos dispostos no ambiente. Estavam dispostas duas cadeiras pretas nas quais eles se sentaram, a mesa do doutor em madeira escura, onde jaziam pouquíssimos papéis e um antigo toca-fitas, um divã também negro que combinava perfeitamente com o estilo clássico das outras mobílias e um grande relógio de parede dourado que não emitia nenhum som, apenas permanecia movendo seus ponteiros e chamando atenção para si. O assoalho de madeira fora pintado de cor bem clara e embaixo do divã havia um grosso tapete felpudo de lã.
O terapeuta/hipnólogo perguntou se ela gostaria de conversar um pouco antes de começar a sessão. Ela olhou para Andrew interrogativamente, imaginando o questionário que se seguiria. Pensou que ele lhe perguntaria o nome e outros dados pessoais, e depois seguiria com perguntas bem pessoais do tipo: o que ela gostava de fazer, o que gostava de comer, com qual época se identificava mais, para depois poder induzi-la a pensar o que queria que pensasse. No final ela acordaria e não se lembraria de nada e então ele lhe diria que fora uma princesa ou quem sabe uma rainha, ou que fora alguma personalidade importante da história, porque eles eram sempre assim, diziam coisas para agradar a quem quisesse ouvir e assim garantiam uma clientela vasta e fiel. Achou melhor evitar o máximo possível a tal conversa e foi logo pedindo para iniciar o trabalho o quanto antes. Para sua surpresa, o terapeuta/hipnólogo não insistiu e ainda perguntou-lhe como gostaria de ser chamada, algum codinome, seu próprio nome, algum apelido de infância...
— Natália. Apenas o primeiro nome. — ela respondeu convencida de que lhe daria o mínimo de informação possível. Mas não mentiria de maneira alguma. Ele lhe pediu que se deitasse ou sentasse confortavelmente no divã. Ela obedeceu lentamente. Pensou que então ficaria imóvel durante muito tempo, até que conseguisse se concentrar e atingir o nível desejado. Mas ele lhe garantiu que poderia se mover e trocar de posição sempre que lhe fosse conveniente. Ele perguntou se gostaria de ficar a sós ou se gostaria que Andrew acompanhasse a sessão. Ela pediu, receosa, que Andrew permanecesse na sala.
Então ele começou. Ligou o toca-fitas em uma música suave e lenta. Sentou-se na beira do divã e pediu a ela que relaxasse completamente. Primeiro os músculos da face. O pescoço e os ombros. Ela movia-se tentando encontrar uma posição confortável. Estava ansiosa demais para soltar o corpo. Os músculos estavam retesados, a boca seca, os nervos à flor da pele. Sentiu um calor em sua testa. Era a mão do terapeuta/hipnólogo que emanava o calor. Ele percorreu seu pescoço e ombros. Disse que ela carregava o peso do mundo nos ombros e que a partir daquele momento ele o seguraria para que ela pudesse relaxar. A tática deu certo. Ela foi se soltando gradualmente e depois de alguns poucos incentivos estava de olhos bem fechados e se via em um lugar tranquilo, cheio de paz e de verde. Estava em um jardim. A música continuava a tocar e ela já não ouvia nada além da suave música intercalada pela melodiosa voz do homem que lhe guiava os passos, que lhe mostrava o caminho a seguir. Sentou-se na grama, à beira de um pequeno barranco, bem ao lado de um espelho d’água. De dentro da água saltou uma luz colorida em radiantes azuis e vibrantes vermelhos que lhe envolvia todo o corpo, protegendo e amparando. A voz lhe pediu que olhasse mais profundamente para a água e prestasse atenção aos reflexos que ela emitia. Quando ela se curvou, no entanto, uma língua de fogo surgiu de dentro d’água quase a alcançando. Ela tentava fugir, queria correr, mas as tentativas eram em vão e por mais que se esforçasse, seus pés permaneciam colados naquele lugar. Ela queria gritar, mas a voz não saia. Queria correr para longe, temia ser queimada, mas logo o fogo transformou-se em fumaça e a voz pediu que se aproximasse mais do lago e garantiu que nenhum mal a alcançaria enquanto a luz estivesse com ela. Explicou que aquela era uma luz de proteção, um escudo que não poderia ser atingido por nada. Ela voltou seu olhar para a água. Viu uma tragédia, pessoas correndo em todas as direções, lágrimas em cada rosto, em cada olhar. Lágrimas e sangue. Ela porém, não estava machucada e corria para o local do acidente e não para longe dele. Procurava por alguém. Quem? A voz insistia em perguntar. Ela não sabia. Não via ninguém, apenas a fumaça, o fogo já desfeito por muitos homens que carregavam latas e baldes cheios de água. Ela abrira passagem entre eles e finalmente viu um homem jovem, e ajoelhou-se ao seu lado. Queria tocá-lo, mas não tinha coragem. Ele estava ainda vivo, estava muito mal, tinha a maior parte do corpo queimado, o sangue molhava o que lhe restara da camisa, os cabelos estavam chamuscados. Ela chorava desesperadamente por ele e soluçava de forma tão intensa que já não conseguia mais responder às perguntas da voz que a encaminhava. Fora chamada de volta. A voz a chamava, ela não queria voltar. Não queria deixá-lo ali, ele precisava dela, ele queria lhe dizer alguma coisa. Ela queria ouvi-lo, mas a voz chamava cada vez mais forte e ela sentiu-se puxada para longe dele, para fora do lago, para a grama e o barranco no qual se sentara. A luz se apagara e foi mandado que abrisse os olhos.
Andrew observava apavorado. Ela estava sofrendo, fazendo com que ele também sofresse. Natália chorava e ele chorava junto. Queria se aproximar, segurar a sua mão, dizer que estava ali. Apesar de já ter passado por experiências semelhantes, não parecia doer tanto quando era ela quem estava lá. O sofrimento alheio doía bem mais nele do que o seu próprio sofrimento. De repente ela começara a soluçar e a se contorcer no divã. Gritava desesperada e já não seguia os conselhos do terapeuta/hipnólogo para que deixasse o lugar, que voltasse para a luz, para o jardim que a protegia. Andrew sentiu medo. Por um instante pensou que ela se perderia, que não teria forças para regressar à realidade e percebeu que o doutor pensara a mesma coisa. O tom de voz se alterou, chegando quase ao desespero e aquela voz angelical com que ele estava acostumado desaparecera completamente, dando lugar a um homem autoritário que já não pedia, ordenava. O suor escorrendo pela testa o fazia perceber o quanto se esforçava para trazê-la de volta. Andrew sentia a transpiração brotar de seus poros também, enrijecia o corpo num esforço descomunal de ajudar, mesmo consciente de que não podia intervir.
 Ela encheu os pulmões de uma só vez e abriu os olhos. Seu corpo tremia tomado por espasmos. Sentia-se exausta, estava ofegante, e lembrava-se completamente de onde estivera e de tudo o que vivenciara e sentira. Demorou um pouco até que se situasse e tornasse à realidade. Mesmo depois de despertada do transe, seu espírito parecia ter ficado preso naquele lugar, naquele momento e com aquele homem. Ao pensar nele, um flash luminoso percorreu o cérebro de Natália, iluminando a memória. Era ele! Ela teve certeza então, da força que os uniu. O homem com quem esteve minutos antes era o mesmo que vira na sorveteria, o mesmo que assombrava seus sonhos há tanto tempo. Seria aquela cena que aparecia no sonho e que ela não conseguia ver com nitidez? Não, ela tinha certeza. As roupas que usava eram diferentes, o cenário era outro e ela vira o rosto do homem perfeita e claramente. Isso não acontecia no sonho, ou ao menos ela não tinha consciência se acontecia, porém quando o encontrou naquela tarde, sabia exatamente que era ele.
Sentiu as mãos do doutor tocando-lhe o braço e isso a trouxe de volta para o mundo real. Ele erguera uma das mangas de seu casaco bege de lã e media sua pressão arterial. Ao lado do divã estava agora uma pequena mesa que ela não imaginava como viera parar ali, cheia de instrumentos médicos, estetoscópio, termômetro, até mesmo seringas e comprimidos. Calmantes? Talvez sim, ou apenas analgésicos. O descompasso do coração foi diminuindo e a respiração voltava lentamente ao seu estado normal. Ela sentou-se e observou os olhos chorosos de Andrew. Levou as mãos ao rosto e percebeu que estava também molhada de lágrimas. Até mesmo o terapeuta/hipnólogo parecia ter derramado algumas gotas.
— Pulso OK, pressão OK, como você se sente, querida?
— Eu ainda não sei. Fisicamente bem, mas estou me lembrando de tudo o que vi. Acho que o senhor se esqueceu de me pedir para esquecer, não é doutor?
— Você só esquecerá se quiser. Gostaria que a fizesse esquecer-se do que viu, do que viveu?
— Não, não. Eu acho que a terapia não faria o menor sentido se eu não lembrasse o que vi e principalmente o que senti. Eu realmente estive lá? Por que... eu... foi muito real! Foi real até demais! Eu não imaginava que pudesse ser assim, tão... profundo? Eu acho que é essa a palavra. Profundo. Vocês ouviram? Eu falei enquanto estava lá? O que eu disse?
— Eu não pedi a você que contasse o que via, apenas insinuei o que deveria fazer, uma vez estando lá. Mas você disse que vira um acidente, um homem quase morto. E você chorou bastante. Eu pedi que olhasse com atenção o lago e encontrasse o que procurava. Você foi para aquele momento, então esse homem, ou esse fato, devia ser o que estava procurando. Espero que tenha encontrado respostas para os seus anseios.
— Quer que eu conte o que vi? Poderá me ajudar a interpretar o que vi?
— Eu aconselho que apenas guarde esse momento para si. Reflita e tire as suas conclusões. Na próxima sessão conversaremos a respeito. Não quero influenciá-la, a experiência ainda é demasiado recente. De qualquer maneira, se precisar de ajuda pode contar com Andrew. Ele sendo seu amigo, com certeza poderá ajudar a interpretar isso melhor do que eu.
Raquel Pagno
www.raquelpagno.com    




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22 leitores apaixonados❣️

  1. Oi Raquel, tudo bom?
    Li por cima esse capitulo, pois ainda não li os outros. E achei que sua narrativa é muito envolvente, apesar de estar meio "boiando" ainda me senti com aquela vontadezinha de continuar lendo, vou tentar ler os outros capítulos. Parabéns pela escrita, muito talento *-*

    Beijocas!

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    Respostas
    1. Muito obrigada Kéziah! Fico feliz com a sua visita. não deixe de conferir os capítulos anteriores e não perca os seguintes todas as sextas-feiras. ;)
      Beijos!

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  2. Olá Raquel.
    Você posta de que dias aqui? Vou ler os capítulos anteriores e volto aqui para ler os demais que você publicar!

    Beijo

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    Respostas
    1. Pamela, os capítulos são postados sempre nas sexta-feiras. Não deixe de acompanhar! Conto com a sua opinião. ;)
      Obrigada pela visita! Beijos!

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  3. Eu acho a hipnose fascinante. Imagino que a garota esteja se lembrando de vidas passadas por algum motivo, esse é outro tema que chama bastante a minha atenção. Gostei muito desse capítulo, de tudo que foi dito sobre as escolhas também. Ótimo texto, mais uma vez, Raquel!

    Beijo!

    Ju
    Entre Palcos e Livros

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    Respostas
    1. Olá Ju,

      Realmente, há muitos mistérios envolvendo esta técnica, nem todas ligadas ao espiritismo e afins, mas também a hipnose "científica" muito usada em tratamentos, inclusive no Hospital das Clínicas, em SP.

      Fico muito feliz em saber que gostou, Ju, conto com a sua visitas nas próximas sextas. :)

      Beijos!

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  4. Oi,
    Como nos capítulos anteriores esse foi mais um que me envolveu, sua escrita faz o leitor viajar nas palavras, inserido novos elementos como a hiponense.
    Enfim cada dia gosto mais dessa leitura, espero que no fim faça um único arquivo e disponibilize para todos :)

    Beijos

    Mari - Stories And Advice

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    1. Oi Mari! Que alegria ter vc por aqui. :D
      Que bom que gostou! Não perca os próximos capítulos! ;)
      Beijos!

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  5. Oie
    Gostei muito sexto capítulo, como não estava acompanhando desde o primeiro capítulo vou aproveitar esse restante de feriado uma lida desde o começo. Mas parabéns pela narrativa, sua escrita é muito boa.

    Beijos,
    Jéssica
    www.leitorasempre.com

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    Respostas
    1. Olá Jéssica! Segue os links acima do sexto capítulo que vc encontra os anteriores. ;)
      Muito obrigada! Não perca os próximos capítulos, vem muitas novidades por aí.
      Beijocas!

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  6. Oi Raquel,
    tudo bem?
    Que pena, perdi os outros capítulos, só li o primeiro e agora esse. Eu lembro que o primeiro prendeu muita a minha atenção. E com esse não foi diferente. Como não li os outros, não sei o que aconteceu para os personagens chegarem aqui, mas achei muito real a parte da hipnose, parecia que estávamos na cena junto com ela. E vou dizer, que pena que ela foi tirada de lá antes de escutar o que aquele homem tinha para dizer a ela. Mas acho que isso você só vai desvendar mais a frente, risos...
    beijinhos.
    cila-leitora voraz
    http://cantinhoparaleitura.blogspot.com.br/

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    Respostas
    1. Olá! Mas olha, segue os links dos capítulos anteriores logo acima da postagem. ;)
      A hipnose é sem dúvidas um tema fascinante. Ainda falaremos muito dela nos próximos capítulos. Não perca! :D
      Beijos!

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  7. Olá, venho acompanhando as suas postagens,
    algumas eu perdi. Como sempre, está muito bom
    adoro saber mais,
    bjs

    http://www.loveebookss.com.br/

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Solange, que bom que está gostando! :D
      Tem muitas surpresas pela frente, não pera os próximos capítulos. Caso queira conferir os anteriores, os links estão acima da postagem.
      Beijocas!

      Excluir
  8. Olá
    Não imaginava que iria curtir tanto essa história! Gostei da sua escrita e da trama xD
    Vou continuar acompanhando!

    Abraços!
    www.umomt.com

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    Respostas
    1. Que ótimo Matheus! Fico feliz que esteja gostando e espero tê-lo sempre por aqui. :D
      Beijos!

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  9. Eu amo as descrições e a forma que a Raquel escreve! O Capitulo está maravilhoso. Vou tirar um tempinho e começar a reler desde o início!
    Parabéns Raquel! Beijos

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    Respostas
    1. Muito obrigada Paula! É só seguir os links que encontrará os capítulos anteriores. ;)
      Não esquece de deixar a sua opinião, ok?
      Beijocas!

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  10. Nunca tinha lido nenhum capítulo antes, vou fazer como a Paula Juliana e ver se arranjo um tempo pra ler desde o início.

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    Respostas
    1. Vanessa, muito obrigada pela visita! Quando puder ler, deixa a sua opinião pra gente, ok?
      Beijos!

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  11. Aaahhh, vi q vc colocou os primeiros capitulos!! Como esse já é o sexto, nao vou lê-lo agora, td bem? Estou em correria de mudança, nao seria nem justo pq nao daria a devida atenção! Mas acho o projeto bem interessante, o apoio do blog à autora é muito legal! Parabéns, qd ler t eu comento de novo! :D

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    Respostas
    1. Olá Ligia!
      Entendo, aqui também anda corrido. rsrsrsrs
      Quando puder ler, não esquece de deixar sua opinião pra gente, ok?
      Beijos!

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