Reflexões

07:00



Olá pessoas! Hoje o sétimo capítulo de Destino!

Logo abaixo, os links para quem perdeu os capítulos anteriores e quer dar uma conferida.




Boa leitura!

SÉTIMA LIÇÃO – Não Existe Destino, Existe Escolha...

— Andrew, eu o vi de novo. Ele estava lá. O homem do meu sonho, o mesmo que vi na sorveteria. Eu estava em um lugar que parecia uma estação de trem. Houve um acidente, parece que os vagões descarrilaram e um deles explodiu. Não pude ver se o homem estava no trem ou se estava apenas na estação, mas ele foi arremessado pela explosão e lançado para não muito longe do fogo. Estava muito machucado, quase morrendo, seu corpo estava meio queimado. Ele queria me dizer algo, mas havia pessoas a minha volta e queriam me tirar dali. Eu me esforçava para ouvi-lo, mas a gritaria era enorme. Pessoas feridas corriam para todos os lados, homens tentavam apagar as chamas. Eu o amava muito e não queria deixá-lo, mas o doutor me pediu que voltasse. Eu não pude ficar mais. Não ouvi o que ele tinha a me dizer. Não encontrei o que queria.
— Não encontrou? Mas não era ele quem você queria ver? E ele não estava lá? Agora já sabe por que sonha com ele, por que o reconheceu quando o viu. Ele está presente no seu passado. Tiveram uma história juntos. Ele fez parte da sua vida. Isso explica o sonho, não explica?
— Explica em parte. Mas ainda faltam muitas peças nesse quebra-cabeça. Veja bem, hipoteticamente, pense em quantas pessoas estiveram conosco em nossos passados. Milhares, talvez até milhões. Algumas foram nossos pais, nossos filhos, nossos amores. Por que não nos recordamos de todos? Por que tinha de ser ele? Eu poderia me lembrar de qualquer pessoa, principalmente da minha família a quem sou mais apegada, não é? Mas não, só ele vive em meus sonhos. Só ele está preso a mim, preso ao meu destino. Por quê?
— Destino é uma palavra muito forte para ser usada nesse caso. E também não combina muito com passado.
— É claro que combina. Você mesmo me explicou antes de sairmos para a terapia, que o passado está diretamente ligado ao destino. Pois as nossas escolhas nada mais são do que linhas do destino que traçamos a cada dia. E que estas linhas se cruzam sempre, inevitavelmente. Nesse caso, as linhas que me prendem àquele homem podem estar mais do que entrelaçadas. Podem estar presas.
— Quando desencarnamos, a maioria das ligações são rompidas, para poderem ser refeitas de maneira diferente. Não trazemos conosco as ligações das linhas de outras vidas e por isso, os papéis se invertem constantemente. Filhos agora são pais, pais são filhos, homens são mulheres e assim por diante. Exatamente por isso nos são tiradas as lembranças. Porque com o uso da consciência não seria possível resgatar os erros, recuperar as linhas mal traçadas que deixamos nas nossas outras existências. É necessário recomeçar. Como recomeçar algo que não foi encerrado? Não faz sentido!
— Sim, faz todo o sentido do mundo! Eu não procurei me lembrar em vão! Eu não pedi para ver a morte daquele homem em meus sonhos! Como poderia se ao menos sabia que ele existia? Se a minha consciência foi apagada, por que então só ele permaneceu aqui? Está absolutamente claro para mim que temos algum assunto ainda por resolver. Eu tenho que encontrá-lo, preciso falar com ele. Você tem que me ajudar Andrew. É a minha sina!
— Sina não. É o seu carma.
— O quê?
— Carma. Quando não resolvemos algo que deveria ter sido resolvido em uma encarnação, podemos então gerar um carma. Isso explicaria sua insistência em chamá-lo de destino. As escolhas que vocês dois tomaram em outras vidas acarretaram um carma. Agora não terão paz enquanto não resolverem isso.
— O que é isso exatamente?
— Os carmas podem ser muitas coisas, podem assumir várias formas. Os suicidas estão aptos a ter carmas, podem adquiri-los pelo ato de tirar a vida, visto que este é um direito que não lhes pertence. Geralmente entendemos as doenças congênitas, por exemplo, como carmas de atos violentos em outras vidas. As más formações, os fetos espontaneamente abortados ou os bebês que morrem ainda com pouquíssimos dias de vida, sem ter tido ainda a chance de cometer erros nesta encarnação. Pensamos que isto é como o pagamento de uma dívida contraída há muito tempo. Uma dívida com as forças da natureza, uma dívida com o próprio Deus.
— Então a minha doença pode ser o pagamento do meu carma? Eu desenvolvi o aneurisma para me autopunir pelos meus erros? Ou a mamãe natureza decidiu que deveria ser assim? Porque como você sabe Andrew, eu não nasci doente.
— Você estava sim, com a doença dentro de você desde cedo. Quando a conheci já podia ver a mancha negra em sua cabeça. Pode ser que tenha nascido com ela. Eu sei que se tivesse dito algo, se seus pais tivessem acreditado e a levado a um especialista, nada teria sido detectado. Mas ela estava ali. Eu via. Eu ainda vejo. De qualquer forma, não penso que isto será fatal para você, nem que seja incurável. A medicina avançou bastante de uns tempos para cá e pode resolver o seu problema assim que a pressão diminuir e a operação possa ser feita. Não haverá risco de morte. Você estará curada e então, doenças curadas não são mais carmas. Ou são carmas resolvidos, dívidas pagas.
— Então o que devo fazer, meu amigo?
— O que o seu coração diz pra fazer, minha amiga?
— Eu... eu... não sei se devo...
— Vamos, decida-se! A hora chegou, este é o momento de escrever seu destino, atar ou desatar os nós! O que você quer fazer? Usufrua do seu livre arbítrio!
— Meu livre arbítrio? Você tem razão Andrew, vou usufruir dele agora mesmo! Eu sei o que eu quero, não importa se devo, mas eu quero e muito encontrar aquele homem. Estou lançando-me de corpo e alma, ou só de alma, mergulhando nesse perigoso mar sem medo de me afogar. Você está mais do que certo. Se eu ficar aqui parada, lamentar-me-ei para o resto da minha vida — que segundo você, pode ser bem longa — por não ter tentado descobrir a verdade.  E eu estaria traindo o juramento que fiz a mim mesma naquela cama de hospital. Eu jurei que viveria como se tivesse acabado de nascer. Não posso trair esse juramento. E se você estiver enganado e não me restar tanto tempo? Não posso deixar de viver! Não posso deixar de procurar por aquele homem!
— Você tem certeza?
— Eu nunca estive tão certa em toda a minha vida.
— Então conte comigo!
Os dois caminharam pelas ruas da cidade na tentativa de encontrar o tal homem. Natália estava atenta, arrumara-se especialmente para a ocasião. Algo lhe dizia que ele estava perto. Olhava atentamente para cada rosto, para cada olhar que se encontrava com o seu e lhe dizia que não era quem procurava. A noite caíra e o frio tornara a massacrar seus corpos. O movimento dos carros diminuía e aos poucos os transeuntes iam sumindo de vista, entrando em suas casas aquecidas ou nas escolas onde estudavam. Em breve, na rua, não haveria ninguém além dela e Andrew. O desânimo tomara conta do humor de Natália. Ela alimentara tanta certeza de que o encontraria que a decepção tomou conta de seu coração. Sentia-se como uma criança que anseia por um brinquedo novo e descobre que já passam das seis e terá que esperar pelo brinquedo até o dia seguinte. Voltou para casa. Pediu a Andrew que dormisse ali aquela noite, não queria ficar sozinha, mas ele negou. Disse que ela precisava de um tempo para pensar e que, se ficasse, não a deixaria dormir porque costumava falar no meio do sono. Ela apenas assentiu. Andrew era sistemático. Ela sabia que ele não conseguiria dormir longe da sua cama, do seu colchão, do seu travesseiro... Preferiu não discutir e, mais uma vez, repetiu sua nova filosofia de vida: não havia mais tempo a perder com coisas sem importância, como discussões e desentendimentos.
Banhou-se demoradamente, relaxando como sempre e cantando alto. Depois vestiu sua camisola preferida, feita de algodão cor-de-rosa e deitou-se. Quis recordar todas as emoções da regressão, mas os olhos se fecharam antes que as lembranças brotassem em sua mente. Porém, acordou de madrugada. O mesmo sonho voltara a atormentá-la. Desta vez ela vira perfeitamente o rosto do homem, não morto, mas vivo, caminhando para algum lugar que ela não decifrara ainda qual era, parecia uma festa, um local muito movimentado, com pessoas curiosas carregando máquinas fotográficas e filmadoras, como se estivessem se preparando para registrar um grande espetáculo. Depois o fogo, e ela despertou, como sempre acontecia. Desta vez não ficou assustada. Quis saber se o rosto aparecera agora por causa da experiência de regressão, ou se já estava no sonho antes e ela apenas não prestara atenção. Abandonou a hipótese de que só o vira agora, porque viu o homem em carne e osso na sua frente, na sorveteria, e isso fora muito antes da regressão. Como o teria reconhecido se não pelo sonho? Revirou-se na cama tentando achar uma resposta lógica e convincente. Não a encontrou. Mas para que precisaria de uma resposta lógica depois de tudo o que vivera? O mundo estava diferente agora, porque agora ela tinha certeza de que muitas das coisas que julgara serem loucura, muitos conceitos antes descartados, não eram mais do que a pura verdade. Verdade dolorosa para ela, mas ainda assim, verdade. Dolorosa porque agora tinha certeza de que aquele terrível desastre em seu sonho não era apenas um sonho, era um desastre real. Ainda que não correspondesse exatamente ao que ela sonhara, o acidente existiu e nele aquele homem perdera a vida. Mas não perdeu o espírito!, repetiu para si, em pensamento. Seria essa a grande descoberta? Que o espírito era eterno e imortal como rezavam as religiões? Não. A surpresa eram as ligações entre esses espíritos imortais. Ligações mais fortes que a própria morte, ligações capazes de vencer as barreiras do tempo. Ela queria voltar mais uma vez. Decidiu procurar o terapeuta/hipnólogo assim que amanhecesse, sem hora marcada, sem aviso prévio. Precisava voltar e ouvir o que o homem lhe revelara antes de partir. A resposta poderia estar naquelas palavras que fora impedida de ouvir.
O tempo passava e mais uma vez ela estava a aguardar na antessala. Viera sozinha. Andrew deveria ainda sentir-se cansado pela aventura do longo dia anterior. Ela fora informada de que o doutor estaria atendendo outros pacientes, mas insistiu em esperar e esperaria o tempo que fosse preciso. Queria muito uma sessão, ainda que rápida, só para ouvir o que o homem queria lhe contar. O doutor não atendia sem hora marcada e blá, blá, blá, mas ela esperou mesmo assim. Não a expulsariam dali sem antes falar com o médico, disso tinha certeza. Esperou e esperou. Devorou mais de três revistas inteiras, daquelas gratuitas, distribuídas em lugares públicos e recheadas de propagandas enganosas. Seus olhos já estavam ardendo de tanto ler aquelas letrinhas miúdas das reportagens e fixar-se nas cores vibrantes e chamativas dos anúncios. Foi quando a porta se abriu. Nenhum paciente saiu, apenas o doutor, observando-a com espanto.
— Olá, senhorita Natália. Tão cedo de volta? Creio que tenha gostado da sessão de ontem, não é mesmo?
— Bem, eu vou direto ao assunto. Quero mais uma sessão, agora mesmo, se for possível.
— Ok, então, direto ao assunto. Não se pode fazer outra sessão tão depressa. É preciso esperar ao menos uma semana entre elas. Infelizmente não poderei ajudá-la.
— Não posso esperar uma semana! Eu preciso de uma sessão agora mesmo!
— Eu não posso mudar as regras. Se quiser conversar sobre a experiência de ontem, pode contar comigo. Mas não posso regredi-la agora e nem sei se poderei voltar a fazer isso com a senhorita.
— Então vamos conversar, doutor. Deixe-me explicar os meus motivos e depois, se o senhor resolver não me ajudar, eu entenderei e não voltarei a insistir.
Ele fez um gesto para que ela entrasse em sua sala. Ela obedeceu. Tudo estaria exatamente igual ao dia anterior, não fosse por um cheiro doce de incenso queimado. Um almíscar que lhe parecia familiar como, aliás, muitas coisas ali também lhe pareceram. Ela sentou-se não no divã, mas em uma das cadeiras postas à frente do terapeuta/hipnólogo. Pensava em qual seria a melhor maneira de persuadi-lo. Qual seria seu ponto fraco? Todos os homens tinham suas fraquezas e este não haveria de ser diferente e ela sabia como detectá-las, já usara isso milhares de vezes, sabia convencer quando necessário. Analisou-o por alguns instantes, mas sentia como se ele fosse resguardado por um escudo invisível e impenetrável. Em seus olhos não havia nenhum indício de tal fraqueza, nenhuma faísca de comoção, nada. Natália achou melhor contar toda a verdade pra ver no que dava.
— Eu não sei se tenho mais uma semana de vida, doutor. É por isso que preciso fazer isso hoje. Amanhã posso não estar mais aqui, o senhor compreende?
— Natália, eu acredito que tenha sentido certa resistência para voltar ao jardim, ontem. Eu tive que dispor de um esforço descomunal para trazê-la de volta. Cheguei a pensar que não conseguiria. Agora não me sinto seguro em relação à senhorita. Seria perigoso se voltasse lá. Sinceramente, eu tenho medo de perdê-la.
 — Eu não vou me perder, doutor! Eu prometo! Voltarei ao jardim sempre que me for pedido! Podemos combinar um sinal, como um estalar de dedos, quando eu ouvir o sinal voltarei imediatamente!
— Não é simples assim. Isso não depende somente da sua consciência ativa e racional. É relativo ao subconsciente, a partes do cérebro que não estão diretamente em ação quando está acordada e exercendo a razão. Funciona mais ou menos como a face oculta da lua, não a vemos, não sabemos o que há do outro lado. Apesar de descobertas muitas coisas sobre as técnicas da hipnose, ainda existem muitas que são verdadeiros mistérios para nós, humanos. Ninguém consegue explicar precisamente por que as imagens se formam quando o paciente se encontra em estado de hipnose profunda; as áreas do cérebro, principalmente referentes à memória, são ativadas intensamente e isto gera uma mudança nos padrões de ondas cerebrais. Nós não temos como controlar essas ondas. E se você não quiser mais voltar, se bloquear a sua mente, eu não poderei influenciá-la a voltar. Daí, não tenho ideia do que pode acontecer. Eu não posso arriscar a minha carreira, madame. Sinto muito.
— Acho que o senhor não entendeu, doutor. Eu pago o que for necessário. Eu assino os termos de responsabilidade que o senhor quiser, isento-o de toda a culpa, caso aconteça alguma coisa comigo. Apenas peço que me dê mais uma chance. Eu preciso voltar! Agora!
— Moça, você ainda é muito jovem, não será demais pedir-lhe que espere apenas uma semana. E isso não é uma questão de dinheiro. Eu compreendo que esteja ansiosa, mas entenda...
— Eu entendo perfeitamente, doutor, acontece que descobri que tenho um aneurisma cerebral que pode se romper a qualquer momento e, eu realmente, posso não dispor de uma semana para esperar! Eu só tenho o dia de hoje! É assim que vivo agora! Só tenho essa hora para decidir o que fazer, preciso traçar o meu destino, curto ou longo, mas tenho de traçá-lo agora mesmo! Depois pode não dar mais tempo, pode ser tarde! Ajude-me, doutor! Isso pode ser uma maneira esplêndida de testar o seu controle sobre os pacientes. Pense, eu isento-o de toda a responsabilidade e o senhor pode me usar como cobaia para testar sua capacidade de influenciar as pessoas. Seria bom para ambos. O que me diz?
— É arriscado demais. Eu não posso...
— Esta pode ser a sua chance de ouro! O senhor pode ser pioneiro nesse tipo de pesquisa, pense! Eu lhe asseguro que não será fácil encontrar outra pessoa disposta a servir de pesquisa para a hipnose. Muitos sentem medo dessa prática que ainda hoje é vista como algo esotérico e não cientifico, como de fato, é. Chame o seu advogado, doutor. Pode preencher os papéis que forem necessários, mas eu tenho de voltar. Agora!
— Posso perguntar o que aconteceu de tão importante para que deseje isso tão desesperadamente?
Natália explicou, com detalhes, por que queria voltar ao passado. Pela primeira vez sentia-se viva e livre. Livre para buscar o que não conhecia, para lançar-se de uma maneira intensa, profunda. Descobrira dentro dela uma força de vontade antes adormecida, que ela nem sonhava existir. Descobrira que não há impotência perante a vontade. Que querer é o mesmo que poder, ou que o querer é uma força por vezes mais poderosa que o poder, propriamente dito. E ela queria muito. Sentia seu coração arder de tanto desejo. Sabia que sua alma não poderia partir para a grande viagem, sem antes resolver a pendência com aquele homem e que desta vez lhe fora ofertada a chance de descobrir a verdade. Era preciso se apressar. Se morresse antes, seu espírito não teria paz e quem sabe ficasse vagando pela terra, assombrando o pobre homem. Ela moveria os céus e a terra, mas não o deixaria escapar mais uma vez, não nesta vida.
— Você está pronta? — perguntou o terapeuta/hipnólogo. Ela fez um gesto afirmativo. — Vai mesmo assinar os papéis?
— Eu assino o que o senhor quiser, doutor. Não precisa se preocupar. Agora está mais ansioso do que eu. Só estou lhe pedindo que me ajude e serei grata ao senhor até o último dia de minha vida. — Ele ficou aliviado e envaidecido com a resposta e a afirmação. Aceitou ajudá-la, mas não se sentia seguro quanto a trazê-la de volta ou se a estaria realmente ajudando. Tinha certeza de que se ela não saísse do estado de hipnose seguindo as suas ordens, a volta se daria espontaneamente, com o tempo. Sua dúvida era quanto tempo alguém poderia levar para regressar. Ou se a demora poderia ocasionar danos irreversíveis. De qualquer forma, o fato de ela haver lhe contado a verdade, já revelava carregar consigo um dano enorme. Poderia piorar? Ele achava que não, mas temia que a obsessão a enlouquecesse. Ficara tocada com a regressão do dia anterior, já não quisera voltar à realidade. Teria encontrado um porto seguro para fugir dos problemas desta vida e da própria doença, ou estaria mesmo procurando aquele homem? Ele já aceitara o desfio. Estava tenso, ela adivinhara. Era aconselhável que começasse logo.

Raquel Pagno

www.raquelpagno.com    

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20 leitores apaixonados❣️

  1. Bom, como eu não estava acompanhando e agora estou cheia de trabalhos da facul, vou salvar aqui nos favoritos e ler uma outra hora ,okay ?!:)

    Beeijos
    quenerdissealice.blogspot.com.br/

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    Respostas
    1. Ok Jéssica! Depois deixa a sua opinião aqui. É muito importante!
      Obrigada pela visita! Beijos!

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  2. Oi Mi,

    Mil desculpas por não ler, mas irei começar a acompanhar desde de o começo, para não ficar, meio que voando, durante a leitura.

    Mayla
    http://meulivromeutudo.blogspot.com.br

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    Respostas
    1. Olá Mayla! Obrigada pela visita ;)
      Não esquece de deixar sua opinião aqui pra gente depois, ok?
      Beijos!

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  3. Raquel, mulher. Se acredita que eu ainda não consegui ler as cartas anteriores? hahahaha
    Neste eu percebi que ela faz consultas de regressão. Acho isso deveras interessante, mas não sei se seria capaz de participar de um momento como este.

    Beijo

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Se quiser, posso enviar as cartas pra vc por e-mail. ;)
      Regressão é um tema bem delicado, envolve muitos princípios, especialmente os religiosos né? Além disso, nem todas as pessoas conseguem. Eu por exemplo, queria muito, mas não foi possível. Quem sabe no futuro?
      Obrigada pela visita! Beijos!

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  4. Oi,
    Assim como as anteriores eu gostei, só fico um pouco meio perdida no começo já que os capítulos leio um por semana hehe, mas nada que ir salvando aqui nos favoritos pra depois ler com mais calma uma única vez.
    Continue assim :)
    Beijos

    Mari - Stories And Advice

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    Respostas
    1. Olá Mari!
      Em uma semana a gente se esquece do capítulo anterior, né? Tenho o mesmo problema. :/
      Mas sim, vai salvando e no final terá o livro completo ;)
      Muito obrigada pela visita e pelo comentário.
      Beijos!

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  5. Oi Raquel!
    Já li alguns textos seus, a maioria assim picadinho e eu sempre gosto do modo que escreve e a forma que escolhe e disserta sobre alguns assuntos, Eu acredito em carma! hahah
    Gostei da forma que o personagens fala sobre e ele e gostei da direção que a história está tomando! Beijos s2

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Olá Paula!
      Que legal que está gostando :D
      Não perca os próximos capítulos, muitas novidades vem por aí. ;)
      Muito obrigada pela visita! Beijos!

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  6. Adorei essa frase que diz que "as escolhas nada mais são que linhas do destino que traçamos a casa dia". Acredito muito mais no livre arbítrio e nos efeitos dele sobre a nossa vida que no destino... Só achei maldade o jeito que o capítulo terminou, hehe, estou super curiosa para saber se a Natália vai voltar ou não da regressão na hora certa e o que vai descobrir dessa vez!

    Beijo!

    Ju
    Entre Palcos e Livros

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    Respostas
    1. Oi Ju!! Fico feliz em te ter por aqui ;)
      Bom, Andrew tem lá as suas filosofias... rsrsrs
      Que bom que fixou curiosa, era essa a intenção. hihihi
      Não perca os próximos capítulos! Beijos!

      Excluir
  7. Oi Raquel,
    tudo bem?
    Esse capítulo trouxe um assunto muito interessante: qual o motivo das pessoas terem doenças, qual o motivo das pessoas sofrerem. Se me permite opinar, esse tema é um dos mistérios da vida, quem nunca se perguntou Porquê? Acho que ao explicar a teoria você foi um pouco formal nas palavras. Poderia ter carregado mais no drama, pois é um drama. Vou dar um exemplo: ela poderia querer falar com alguém que entendesse do assunto, um professor, um espírita, por alguém que já passou por isso, ela poderia procurar por respostas. Ela aceitou muito fácil.
    Espero que não se ofenda, é que um assunto muito forte, gosto muito de refletir sobre ele. Espero ter ajudado.
    beijinhos.
    cila-leitora voraz
    http://cantinhoparaleitura.blogspot.com.br/

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Olá! Obrigada pela visita e pelo comentário (imagina... não me ofendo não, pelo contrário, agradeço pela observação :D )

      Sim, acho que todos nós um dia nos procuramos uma justificativa para as coisas que acontecem e independem da nossa vontade. Verdade, ela poderia ter questionado mais sobre o assunto. Talvez justamente por ela ter tão pouco tempo de vida, tenha confiado cegamente no amigo e aceitado. Talvez ela quisesse acreditar, encontrar uma válvula de escape para o sofrimento que , apesar de estar lutando, cheia e vontade de viver, é inevitável nesse caso.

      Beijos!

      Excluir
  8. Olá Raquel!

    Eu não conhecia, e também não estava acompanhando. Agora que vi este (não li, mas fiquei interessado) vou começar a acompanhar desde o começo! Abraços!

    http://momentoliterario1.blogspot.com.br/

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    Respostas
    1. Olá Jonathan! É um prazer vê-lo por aqui. Quando puder ler os capítulo, não se esqueça de deixar sua opinião aqui pra gente, ok?
      Um beijão!

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  9. Oie Raquel
    Primeiro, gostei do título ''Não existe destino, existe escolha...'' sim, eu realmente penso isso. Às vezes o destino pode fazer uma pessoa tomar uma atitude ruim, mas se esta pessoa quer mudar e fazer algo diferente ela deve fazer uma escolha, porque diante dessa escolha ela colherá o que plantou, que pode ser algo bom ou ruim. Gostei deste capítulo.. principalmente sobre o carma. Ótimo texto.

    Beijos,
    Jéssica
    www.leitorasempre.com

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Que bom que gostou Jéssica! Sua opinião é sempre muto importante. ;)

      Com certeza este é um texto que aborda assuntos delicados como o destino, o carma, as doenças... Alguns acreditam que sim, temos o livre arbítrio e podemos fazer nossas escolhas e interferir no destino. Outros pensam que tudo já estava escrito antes mesmo de estarmos aqui. Eu penso que não há uma verdade absoluta nesta questão.
      Não perca os próximos capítulos. Teremos muitas questões ainda levantadas e algumas reviravoltas...

      Muito obrigada pela visita e pelo comentário. Beijos!

      Excluir
  10. Raquel, olha eu aqui novamente, vou deixar este comentário somente para lembrar que vou ler desde o inicio, ai sim volto e faço um comentário decente, pois não adiantaria comentar sem saber o real da historia. Mas me aguarde tá, pois voltarei. Hahahaha

    Beijokas Ana Zuky

    http://www.sanguecomamor.com.br

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