Reflexões

07:00



Pessoas, segue o oitavo capítulo de Destino!
Espero que gostem do rumo que as cosias estão tomando. Conto com a opinião de todos.

Boa leitura!




OITAVA LIÇÃO – Não Existe Acaso, Existe Consequência...

Ela estava em um automóvel que se movia em alta velocidade. Aparentava medo, pedia ao motorista que parasse, mas ele não a ouvia. Estaria bêbado? Não tinha certeza. Mas sabia que não estava em seu estado normal. Haviam discutido um pouco antes e ela não quis deixá-lo sozinho. Enfiou-se dentro do carro, colocou o cinto de segurança e ele não pôde mais arrancá-la do veículo. Ligou o carro e saiu, fazendo cantar os pneus. Partiu para o que ela pensava ser uma... autoestrada? Pista de corrida? Não sabia o que era, mas a estrada era asfaltada e estava deserta.
O terapeuta/hipnólogo lhe fazia muitas perguntas, desta vez. E sugeria o que ela devia perguntar. Ordenou-lhe que descobrisse onde e em que ano se encontrava. Mas ela não conseguia. Se falasse, o motorista ao seu lado seria agressivo com ela. Não queria distraí-lo naquela velocidade. Estava com muito medo. O doutor perguntara quem era ele. Ela apenas dissera não saber, mas olhou para o lado e o viu. As feições eram as mesmas, só que ele mantinha um bigode e a barba ainda por fazer. Vestia uma jaqueta esportiva bem diferente e tinha uma espécie de goma nos cabelos. Ainda assim era ele. O homem a quem ela procurava. Com toda certeza era ele. O terapeuta/hipnólogo insistia para que ela olhasse com atenção, pois não deveria equivocar-se, e ela sempre tornava a afirmar que era ele. Ela sentia a trepidação do carro, quase um voo, seu corpo estremecia no divã quão intensa e vívida era a cena. Ouviu o motorista reclamar de algo, não soube de que se tratava. Uma discussão violenta começara e o carro bamboleava pela estrada, avançando pela contramão e voltando. Nervosa, ela agarrara o volante, tentando controlar o veículo. Sentiu um solavanco e o mundo começou a girar. O carro capotara.
Natália abriu os olhos de supetão, respirando profundamente, como se tivesse acordado de um daqueles constantes pesadelos. O doutor não soube o que dizer, ainda não pedira a ela para retornar ao tempo real. Sentia que estivera no comando esta vez, ela fora influenciada e respondera a todas as suas perguntas, mas este despertar antecipado punha à prova mais uma vez o seu controle sobre as regressões de Natália.
— Por que me trouxe de volta, doutor? Eu não acabei ainda, não descobri nada, apenas vi o rosto do homem. Não troquei uma única palavra que pudesse me ajudar em algo. Era cedo demais para voltar.
— Eu não a trouxe. Você voltou sozinha. Acredito que possa ter morrido no acidente. Voltou enquanto o carro capotava, em alta velocidade. Duvido que tenha sobrado alguma coisa. Acho que vocês dois morreram juntos.
— Eu tenho como descobrir isso?
— Tem sim. Pode ver a cena como uma mera expectadora, ao invés de vivenciá-la como personagem. Pode flutuar sobre a cena e ver em detalhes o que aconteceu, mas eu não a aconselho. Pode ser traumatizante ver-se morrendo. Ainda mais dessa forma, não deve ter sido muito agradável.
— Mande-me de volta, doutor. Quero ser expectadora. Preciso descobrir ao menos onde eu estava e quando.
— É muito recente ainda, não posso hipnotizá-la novamente.
— Pense no seu estudo, doutor. Será o pioneiro.
— Não faz diferença, senhorita Natália. Você não tem pena de mim mesmo, não é? Eu preciso dispor de muita energia a cada sessão de hipnose. Não é tão fácil quanto parece! Tenho de concentrar-me e a minha cabeça já está doendo, se quer saber!
— Por favor, doutor! Só mais uma vez?!
— Está bem, está bem! Eu não acredito que esteja fazendo isso! Deite-se!
Ela obedeceu. Obedeceria sempre, porque precisava dele ainda. Esperava conseguir se auto- hipnotizar logo e então não teria mais que ouvir as queixas do doutor — e nem pagar pelas sessões. Fechou os olhos e relaxou. Apresentou certa resistência para aprofundar-se no transe. Era difícil ser expectadora da própria vida. Mais do que ela julgara. O doutor precisaria dispor de uma reserva extra de energia desta vez.
Finalmente conseguiu. Flutuava sobre o espelho d’água agora e via-se sentada à beira dele, olhando para dentro da água, atravessando-a com o olhar. Aproximou-se para observar melhor. Foi puxada para dentro. A água estava morna e não gelada como ela temia. O ambiente agora era outro. Via lá embaixo a estrada deserta, longínqua, cercada de espécies nativas. Não era uma pista de corrida, era uma mesmo uma autoestrada, dessas que permitem uma velocidade muito grande. Estranhamente, permanecia deserta. Talvez ela é que não pudesse ver os outros carros, quem sabe a estrada estaria cheia de gente?  Não queria distrair-se. O veículo chegaria em breve. Ela já conseguia ouvir o ronco do motor ao longe. Um ponto surgira rápido e inconstante. Era ele. Apenas uma imperfeição na pista fora o suficiente. O carro fora jogado para fora, despencando em uma ladeira enquanto era revirado pela força das pancadas que acertava nas árvores ao redor. Uma clareira ficara exposta e podia ser vista a fumaça que escapava debaixo do que fora o capô do automóvel transfigurado e irreconhecível. Ela observou o combustível derramado, aproximou-se para ver melhor o que era. Ela viu-se presa às ferragens, a cabeça estraçalhada, coberta de sangue e outras secreções que não identificou. Estava morta. O homem ao seu lado, porém, ainda vivia. Parecia tonto e se esforçava para sair das ferragens. Também estava preso. Ninguém aparecera para ajudar. Ela olhava acima das copas das árvores. Não via ninguém. Quis gritar, chamar ajuda... não podia. Era expectadora, não podia interferir. Ele chorava. Vira-a sem vida ao seu lado e então se acalmou. Recostou-se como pôde e esperou. Esperou a explosão que arrebatou-lhe a vida. Ela perdera-o mais uma vez. Era insuportável. Ouviu o doutor chamando-a de volta. Obedeceu.
— Eu avisei que não seria agradável ver-se morta. É sempre traumatizante assistir à própria morte. Mas é esclarecedor. A maioria das nossas dúvidas podem ser respondidas no momento em que morremos.
— E o senhor já morreu, para saber?
— Ah, morri sim! Sete vezes para ser exato. Sempre de morte natural, o que me faz pensar se desta vez sofrerei um acidente. Porém não quero acidentar-me e então não faço escolhas que possam me levar a isso.
— Mas como o nome diz, um acidente não é esperado. Pode ocorrer ainda que o senhor se cuide, não pode?
— Não, necessariamente. Eu posso fazer com que escolhas não tenham como consequência um acidente, não posso? Não preciso andar de avião, nem de carro. Posso simplesmente caminhar e assim viver minha vida tranquilo e sem medo.
— Mas pode também ser atropelado, por acaso. Um atropelamento também é um acidente.
— Não existe acaso, não existe coincidência, não existe nada definido neste mundo. Por isso fiz a escolha de andar sempre atento. Se eu andar atento, não terei a infelicidade de ser atropelado. Eu posso evitar isso. E eu sei como evitar.
— E se for o seu carma? Se tiver que pagar esta dívida?
— Eu não tenho isso, não. Mas parece que a senhorita herdou aquele rombo na cabeça, não é?
Ela não se dera conta de que o aneurisma poderia ser mesmo consequência do acidente. As palavras do doutor mudaram seu foco absurdamente. Ela jamais procurara motivos para sua doença. Isso simplesmente acontecera, ela não tinha controle sobre isso. Ou tinha? Se não tivesse entrado naquele carro, poderia ter evitado a consequência, o aneurisma no cérebro? É claro que sim. Fizera a escolha. Escolhera amarrar-se ao homem que amava (amava?), escolhera segui-lo em um momento de loucura, depois de uma séria briga entre os dois, ainda por cima sabendo que ele estava bêbado ou coisa assim. Ela certamente tinha consciência do perigo, mas escolhera assim mesmo correr o risco. Traçara seu destino: a morte. Se não tivesse entrado no carro, carregaria consigo o aneurisma?
Voltou para casa, deixando que o doutor descansasse. Ficou pensando na possibilidade de a doença ter vindo do acidente. Sentiu um arrepio percorrer-lhe o corpo quando a cena do capotamento voltou-lhe a memória. Embora Andrew tenha-lhe assegurado que não era fatal, era preocupante, por que se fosse mesmo um carma, ela sofreria indefinidamente com os sintomas e não haveria tratamento capaz de curá-la, como ele pensara. Ela tinha certeza de que as drogas não teriam um efeito duradouro. Já vira casos semelhantes acontecerem, num primeiro momento os sintomas desapareciam ou eram profundamente amenizados, mas depois de certo tempo de uso, as drogas perdiam o efeito e os sintomas retornavam. E esse era um importante motivo para que começasse a agir logo, antes que os remédios perdessem os efeitos. Natália sentiu aquela estranha força de vontade voltando a brotar em seu coração. Voltou para casa depressa, mas não pôde começar o plantio dos produtos que havia comprado na floricultura. Temeu não ter tempo suficiente e a prioridade agora era outra. Telefonou para Andrew e pediu que viesse o mais rápido possível. Queria que ele a ajudasse a traçar uma estratégia. Fariam uma varredura na cidade em busca do homem dos sonhos e das vidas passadas de Natália. Precisariam de um mapa e de um esquema tático.
— Mas Natália, eu não tenho ideia de quem ele seja! Onde procurar? Não podemos fazer um retrato falado e espalhar pelas ruas como se ele fosse um criminoso procurado pela polícia! — reclamava Andrew, tentando convencê-la de que seria completamente inútil procurar por alguém sem saber sequer o nome.
Ela não se deixava abalar pelos comentários infelizes do amigo. A cada hora, a cada minuto que passava estava um passo a mais perto do fim de sua vida. Ela não queria morrer sem encontrar aquele homem, ainda que fosse apenas para olhá-lo nos olhos, descobrir algo comum sobre a sua vida e perguntar se ele a reconhecia. Só isso bastaria para ela. Só precisava saber por que a ligação não se rompera, por que ainda estava tão ligada a ele. Ela não descansaria até descobrir a verdade.
— Mas eu sei por onde começar! Vamos até a sorveteria, mais ou menos no mesmo horário. Se ele passou por lá ontem, pode ser que seja uma rota constante. Quem sabe mora ali perto, ou então trabalha por ali? Vamos esperar no mesmo lugar de ontem. Eu pago o sorvete.
— Nesse caso, vamos sim. Mas e se ele não voltar?
— Voltaremos depois de amanhã e depois se for preciso. Esperarei até que ele apareça.
— Esperará? — A pergunta atingiu-a como um punhal que acabara de ser cravado no peito. Sabia que não poderia esperar muito tempo. Mas o que mais poderia fazer se a única pista que tinha era que ele passara naquele local, no dia anterior?
— Você tem razão. Eu não posso esperar. Não vou ter tanto tempo, não é?
— Desculpe Natália, não foi isso que eu quis dizer. Apenas sugeri que ele pode não voltar. Mas também pode ser que volte, quem sabe hoje mesmo? Vamos até a sorveteria! — desculpou-se embaraçado.
— Obrigada, meu amigo, mas você tem razão mesmo. Não precisa se desculpar. Eu acho que estou enlouquecendo e preciso que me puxe de volta à realidade se eu me perder. Exatamente como você fez agora. Estou perdida... — ela chorou. Andrew abraçou-a sentindo-se culpado por ter acabado de tirar a razão de viver de Natália. Queria consolá-la, dizer-lhe que achariam o homem a qualquer custo, mas não achava também que fosse justo mentir, alimentar esperanças que, se não fossem satisfeitas, poderiam piorar a situação toda.
— Eu posso convidá-la para assistir àquela comédia que você sugeriu ontem? Sei que não está muito animada para encarar esse programa de índio comigo, mas creio que será bom. Para nós dois. Esses dias foram carregados o bastante. Temos que descansar, distrair nossas cabeças e os corações para colocar as ideias de novo em seus lugares. Você verá que se mudar um pouco o foco, a solução pode aparecer quando menos se espera por ela.
Natália aceitou. Descansou até de tardinha, mas passou o resto do dia com fortes dores na cabeça. Optou por não tomar analgésicos antes da hora de sair. Quanto menos se drogasse, maior seria a durabilidade do tratamento, mesmo que provisório, estenderia seu tempo de vida. Ainda que Andrew não aprovasse, ficou a maior parte do tempo à janela de seu quarto. O homem poderia passar na rua em frente e ela não queria perder isso, se acontecesse. Observava atentamente cada rosto, cada olhar, cada expressão. Ele não viera. Quando faltava uma hora e meia para o início da peça, ela começou a se arrumar. Tomou seus analgésicos e vestiu-se com primor, porque ele poderia aparecer lá no teatro e ela não podia fazer feio caso o encontrasse. Dez minutos antes da chegada de Andrew, ela estava pronta. Sabia que ele odiaria se ela se atrasasse e não queria estragar a diversão de Andrew.
Seguiram de táxi até o teatro. Ela prestava atenção a cada pessoa com quem cruzavam, olhava atenta para os motoristas dos outros carros que passavam lentos ou apressados ao lado do táxi. Seguiu com sua procura até o final do espetáculo, mal aproveitou a peça. Da mesma forma no trajeto de volta para casa, olhando em volta, para cada rosto... Decepcionara-se. Ele não estava por aí, aproveitando a vida noturna. Mas se desistisse e se entocasse dentro de casa seria pior. Certamente ele não bateria a sua porta e também não apareceria em sua janela pedindo-lhe as tranças ou montado em um cavalo branco, tal qual o príncipe encantado.
Despediu-se de Andrew com outro abraço apertado. Pediu desculpas por não ter se divertido e haver estragado a diversão dele também. Fechou a porta. Estava no seu mundo. Mais um banho demorado, depois a cama e o sonho. Mais uma noite mal dormida, acordando em meio à madrugada. A sequência nunca se alterava. Então, perder o sono e devanear até amanhecer. A diferença era o desânimo que aquela única palavra de Andrew, a única e pequena pergunta que ele fizera, lhe proporcionara. Parecia que ele a tinha despertado do transe hipnótico, não o das sessões de regressão, mas no qual entrara desde que acordara naquele hospital, entre a vida e a morte. A felicidade e a força de vontade inicial desapareceram e ela passou toda a tarde alternando-se entre o desejo de encontrar o homem do sonho e o começo da depressão.
Nos momentos de depressão não sentia vontade alguma de voltar ao consultório do doutor, conforme deixara combinado. De que adiantava tudo aquilo, se o seu passado não mostraria onde encontrá-lo ou o que ele esperava dela? Para que continuar sofrendo ao perdê-lo de novo, tantas vezes seguidas?  Talvez ela nem o encontrasse nesta vida, talvez ele não quisesse saber dela, tinha que considerar a possibilidade de que todos os espíritos, encarnados ou não, são livres e que não poderia obrigá-lo a ouvir uma palavra do que tinha a lhe dizer. Fechou os olhos e reviu o rosto dele, de todas as formas que conhecera. Voltou a sonhar, e este era um sonho lindo, sem desastres.

Raquel Pagno
www.raquelpagno.com    


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15 leitores apaixonados❣️

  1. Este comentário foi removido pelo autor.

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  2. Nossa Raquel, já esta no oitavo capitulo e eu nem consegui ler o primeiro ainda. Não vou dizer nada sore o que li deste post, até porque não gosto de pegar nada pelo caminho. Mas assim que eu agilizar minhas leituras, vou ler desde o primeiro e fazer um comentário descende em cada um deles. Desculpe tá, mas pode esperar que venho em breve comentar todos.

    beijokas Ana Zuky

    http://www.sanguecomamor.com.br

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    Respostas
    1. Tudo bem Ana! quando tiver um tempinho pra ler, não se esqueça de deixar seu comentário!
      Muito obrigada pela visita! Beijos!

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  3. Raquel,

    confesso que não li. hahahaha
    Estou ainda no segundo e faço questão de ler tudo.
    Vou dando minha opinião ao longo dos capítulos, se não se importa!

    Bjos

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    1. Legal Dani! Depois eu volto pra ver seus comentário, ok?
      Obrigada pela visita! Beijos!

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  4. Olá Raquel...
    Tudo bem?
    Fiquei meio perdida nesse capitulo, não entendi muita coisa claro não li os primeiros capitulos...Preciso voltar ao blog para ler desde o primeiro, mas o pouco que li a história parece-me bem interessante. Não quero opinar por ter lido parte da história... Mas assim que der leio do inicio e dou a minha opinião. Xero!!!

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    1. Olá Diana! Obrigada pela visita! não deixe de conferir os capítulos anteriores. Vem muitas surpresas aí pela frente, não perca! ;)
      Beijos!

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  5. Que situação a da Natália com esse homem misterioso! Rever a outra morte em outra vida já deve ser mesmo bem complicado... rever a morte do lado de um cara que ela apenas viu de relance na vida atual deve ser pior ainda. Uma coisa é não se lembrar de nada, outra bem diferente é se lembrar de partes... deve ser meio enlouquecedor tentar montar o quebra-cabeça! hehe... adoro essa história, estou curiosa pelo restante!

    Beijo!

    Ju
    Entre Palcos e Livros

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    Respostas
    1. Olá Ju! Que bom que está gostando!
      Realmente é uma situação super complicada para a Natália...
      Ainda vem muitas surpresas por aí, não deixe de acompanhar!
      Beijocas!

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  6. Ah, tenho que ler os capítulos anteriores, vou correndo fazer isso. rsrs
    beijos
    apenas-um-vicio.blogspot.com.br

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    Respostas
    1. Dessa, obrigada pela visita! Não esqueça de deixar seus comentários, ok?
      Beijos!

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  7. Olá Raquel!
    Assim como outras pessoas aqui eu não conhecia Destino, dessa forma irei ler os capítulos anteriores para poder forma uma opinião sobre o mesmo! De qualquer forma meus parabéns por chegar ao 8° capitulo, sei como é corrido para escrevermos e publicar algo!

    Abração
    Claudinei Barbosa
    http://resenhandoecontando.blogspot.com

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    Respostas
    1. Obrigada Claudinei! Não é fácil, mas vamos com o livro até o final. Deve dar em torno de 15 capítulos, eu imagino. ;)
      Muito obrigada pela visita, conto com seus comentários quando puder fazer as leituras, ok?
      Beijos!

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  8. Oi Raquel! Acho que eu perdi alguma parte!
    ahhaha
    Vou voltar e ler, mas já que sou curiosa, acabei lendo esse capitulo! A história do Andrew e a Natália é intrigante!!!!
    Parabéns pelo história! Quando acabar faço questão de ler ele tudo novamente!
    Beijos s2

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    Respostas
    1. Paula, que bom ter vc por aqui! :D
      Sim, lê tudo e deixa suas opiniões aqui pra gente. Fico feliz que esteja gostando. Tem muitas surpresas ainda por vir. ;)
      Beijos!

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