Reflexões

07:00



Galera, hoje o nono capítulo de Destino! Espero que gostem!

Boa Leitura!!



NONA LIÇÃO – Toda Viagem é Solitária...

— Natália, Natália!  Ei, sua dorminhoca! Levante-se e venha abrir a porta pra mim! Natáliaaaaa! — Andrew a chamava no corredor. Já era tarde, passava das dez horas. Ela deveria ter se cansado mesmo no dia anterior. Nunca a vira dormir tanto. Batera à porta muitas vezes, poderia ter acordado até um surdo com todo aquele barulho. Porém ela não viera. Teria saído cedo de casa? Mas ela lhe afirmara que o esperaria, ele viria buscá-la para uma nova sessão. O terapeuta/hipnólogo havia telefonado para ele, reclamando do atraso. Ela não aparecera no consultório.  Olhou no esconderijo da chave, no qual ela mantinha uma cópia para ele e para o caso de perder a sua. Não encontrou nada. Ela tinha de estar em casa ainda. No banho? Encostou o ouvido na porta, mas não ouviu o barulho do chuveiro. Começou a preocupar-se. Sabia que algo estava errado. Ele sentia mais uma daquelas intuições que não falhavam nunca. Seu sexto sentido lhe dizia que arrombasse a porta e que o caso era urgente. Ele o fez e, conforme já sabia, Natália tivera uma crise e estava desacordada, ainda na cama. Em coma novamente? Não teve tempo de avaliar. Agarrou o telefone e em menos de dez minutos a ambulância estacionara em frente à entrada do prédio, onde Andrew e um dos vizinhos já aguardavam com Natália desacordada nos braços.
Prestados os primeiros socorros, constatou-se que ela não estava em coma, apenas desmaiada. Não souberam responder por que não acordava, independente do estímulo que lhe era dado. Levaram-na para o hospital mais uma vez. Andrew permaneceu ao seu lado. Pediram um exame aprofundado do cérebro de Natália. O aneurisma podia ter-se rompido. O resultado viera depressa. A artéria dilatada estava intacta, não se rompera ainda. Porém a pressão intracraniana aumentara e foi percebida uma alteração nas ondas cerebrais. Necessitava intervenção cirúrgica e a família teria de autorizar. Andrew pediu uma cópia do laudo do exame e antes de dirigir-se à família, procurou o terapeuta/hipnólogo para mostrar-lhe o resultado. Ouvira-o explicando mais de uma vez que os estados hipnóticos profundos alteravam as tais ondas cerebrais, e como ele era médico, poderia lhe explicar o que acontecera.
— Deus do céu! — foi a resposta do doutor. Analisou as imagens atentamente. Parecia que ela estava mesmo em transe. Como poderia? Para controlar a própria mente desta forma eram necessários anos de experiência. Ele mesmo com todo o conhecimento que tinha e muito, muito tempo de treinamento, não chegara nem perto do que ela conseguira com duas sessões. — É impossível!
— O que foi, doutor?
— Andrew, leve-me ao hospital agora mesmo! Não podemos permitir que lhe abram a cabeça! Ela está... ela está em transe profundo, como não conseguiu ficar nem mesmo durante as sessões! Isto é... é inacreditável... é impossível...
— Então vamos logo, doutor, não temos muito tempo!
A recepção no hospital não foi muito calorosa. O terapeuta/hipnólogo não era ainda muito respeitado pelos demais médicos, a hipnoterapia sendo ainda muito nova e os espíritos ainda jovens e inexperientes demais para aceitá-la como a ciência que realmente é. Andrew insistiu para que o deixassem vê-la, antes de tomar qualquer decisão em nome da família, que em breve estaria ali, mentiu. Depois de conversarem com médicos, dirigentes, diretoria geral e mesmo com um dos residentes, seguidor da doutrina espírita que os ajudou a convencê-los a ceder, receberam permissão para entrar. Natália estava sendo monitorada. Qualquer alteração na pressão e eles operariam mesmo sem a autorização que pediram. Um dos médicos da clínica insistiu para acompanhá-los. Não tiveram como negar, uma vez que essa era a condição essencial para que o doutor pudesse ver Natália.
Ele concentrou-se, procurando uma luz. Não sabia por onde começar. Podia hipnotizar pessoas facilmente influenciáveis, mas nunca fizera o oposto, ainda mais com uma mente decidida como a de Natália. Ela era um caso à parte, e o estado em que se encontrava, não era para qualquer um. Apenas um de seus diversos pacientes conseguira alcançar tal estado de concentração. Um doente de câncer em fase terminal. Ainda assim, com muitíssimo esforço e durante pouco tempo. Natália conseguira sozinha um efeito duradouro. Ele a considerava brilhante. Era mesmo uma mente a ser estudada, e não aberta como se estivesse em um açougue. Concentração. Influência. Começaria do início, como em uma sessão normal.
Quase meia hora e nada. O suor escorria da testa do doutor, a respiração estava cansada pelo esforço excessivo. Tentara muitas coisas, como contar de trás para frente, pedir que ela voltasse ao jardim, mover um pêndulo improvisado diante dos olhos, mesmo fechados. Nada. O diretor ordenara que se retirasse imediatamente. Ele se negara, alegando que ela era sua paciente e estava sob os seus cuidados por livre e espontânea vontade. O diretor ameaçou chamar a polícia. O doutor não podia arriscar sua carreira. Olhou para Andrew, pedindo silenciosamente que entendesse. Era a sua carreira que estava em jogo, seria a sua vida ou a dela. Saiu do quarto, deixando Andrew aos prantos, implorando para que não a operassem. Ele sentou-se ao lado do travesseiro de Natália, conversando normalmente, porque sabia que ela o ouvia. Falou do homem do sonho, os dois achariam um jeito de encontrá-lo. Falou dos novos analgésicos, que não viciavam e nem perdiam o efeito. Finalmente pediram para que também se retirasse. Andrew concordou, mas antes, aproximou-se do rosto de Natália e deu-lhe um beijo na face, convidando-a a levantar-se e ir embora com ele.
Milagrosamente seus olhos se abriram devagar. Ela agarrou-se à mão de Andrew e pôs-se a chorar. Ainda não tinha percebido que estava em um quarto de hospital e por um momento, pensou estar no consultório do terapeuta/hipnólogo, então percebeu que a luz estava clara demais, branca demais, como ele jamais permitiria. Respirou fundo, como fazia a cada despertar de um transe. Olhou em volta, arrancou o grampo preso ao dedo indicador que monitorava a pressão e os batimentos cardíacos. O diretor entrara no quarto e observava a cena pasmo, junto com o médico responsável pelo caso da garota.
— Eu o ouvi, Andrew! Escutei o seu chamado! Estive muito longe, e acredite, ele estava lá! Morto! Já o encontrei morto! Nenhuma palavra, nenhuma pista do seu paradeiro nesta vida! Não encontrei nada além de cinzas! — Andrew apertou a mão dela contra seu peito. Beijou-a na face mais uma vez. Precisou apenas olhar para o médico e o diretor para que eles se pusessem a fazer novos exames e liberassem a entrada do terapeuta/hipnólogo, mais surpreso ainda com a volta espontânea de Natália ao seu estado de consciência total.
Em menos de duas horas ela foi liberada. Ninguém acreditava como a pressão diminuíra espontaneamente em tão pouco tempo. A artéria continuava intacta e parecia até menos inchada do que antes, nos primeiros exames. Foi imediatamente liberada. Assinou alguns termos que ela sequer perguntou o que eram, ou para que serviriam. Queria ir para casa o mais depressa possível.
Andrew estranhou-a no caminho de volta. Desta vez ela não se esforçara para ver os rostos que passavam, nem olhava na direção dos carros. Seguiu em silêncio todo o trajeto, embora ele tenha tentado puxar assunto algumas vezes. Desceram do táxi e subiram as escadas sem trocar palavra. Estava sobre a mesa o panfleto do show aéreo. Andrew aproveitou pra incentivá-la a sair mais uma vez de casa. Percebera a reação dela à sua insinuação no dia anterior e tomara a decisão de incentivá-la em sua busca. Pelo menos assim, a veria motivada e mais forte para suportar o que estava ainda por vir, os sofrimentos que enfrentaria em breve, que ele sabia que viriam porque via isso quando olhava nos olhos dela, e que imaginava estarem relacionados à sua doença.
— Vamos, querida! De que adianta ficar enfiada dentro de casa! E na volta podemos passar lá na sorveteria! Eu pago desta vez, heim!
— Ah! Andrew, às vezes penso que tudo isso não passa de uma grande loucura. Já não tenho tanta certeza se quero mesmo encontrá-lo. Talvez seja melhor eu aceitar meu destino e o destino daquele homem. Não tenho certeza se vou conseguir escrever nossa história, mudar o rumo das coisas, você entende, Andrew?
— Eu entendo. Mas enterrar-se será a pior escolha, Natália. Você está indo bem. Confesso que fiquei surpreso com a sua reação corajosa quando descobriu a doença. Desesperada, quem sabe, mas corajosa. Eu a julgava muito mais frágil. Uma menina, aquela criança que só brincava com o garoto esquisito porque era tão solitária quanto ele. Aquela menina que me tirou do fundo do poço quando eu pensava estar perdido, que me trouxe de volta a sanidade quando eu pensei estar louco, mas que só fez isso porque tinha medo de ficar sozinha. Você precisava de mim, tanto quanto eu de você. Mas a criança cresceu, e eu não havia percebido que ela se tornara esta mulher forte e cheia de garra que você está se mostrando agora.
— A ideia de morte não é tão ruim quanto eu pensava, Andrew. Foi isso que eu fui obrigada a compreender. A gente vive pensando que nunca vai chegar a nossa hora, mesmo correndo riscos o tempo todo. Mas quando se sabe que resta pouco tempo, aí a perspectiva muda. Mas não muda exatamente para pior. Eu acabei entendendo, talvez por consolo, que não terei de perder as pessoas que amo, já que partirei antes delas. Que não preciso de uma caderneta de poupança, porque não levarei o dinheiro para o meu caixão, e então, posso viver da forma que achar melhor estes últimos tempos. Tempo este que não posso garantir se serão anos, meses ou apenas dias. Quem sabe algumas poucas horas? E em poucas horas eu posso decidir fazer algo com que sempre sonhei, por exemplo. Posso sair por aí gritando como uma louca, cantando ou abraçando cada pessoa que encontrar, porque já não tenho que me preocupar com o que vão pensar de mim. Eu posso fazer o que desejar e, no entanto, o que eu mais desejo não está ao meu alcance e dependeria de muito mais tempo do que disponho. Não é irônico?
— Supondo que voltemos à estaca zero, esquecendo aquele homem dos seus sonhos, o que mais podemos fazer para aproveitar este tempo que nos resta? Já estava resolvido, não estava? Estes folders, não foi você mesma quem os trouxe para me convencer a acompanhá-la? Tenho uma boa notícia: você conseguiu. Eu vou com você, mesmo porque sem mim, a diversão não teria a menor graça, não é mesmo?
— Como você é convencido, Andrew! — ela respondeu já com um sorriso no rosto. Ele podia estar certo, aquele homem era apenas um pequeno detalhe e a vida seguiria seu rumo, com ou sem ele. Por que perder o seu precioso tempo atrás de alguém que ela nem sabia exatamente quem era? Pensou em tudo o que planejara quando voltara do coma. Isso sim é que era viver! Olhou para a sacola de flores que abandonara em um canto da cozinha. Mas a vontade de plantá-las sumira ao mesmo tempo em que a uma tristeza profunda se instalava em seu coração. Onde antes morava a esperança, agora restara o vazio. Estava faltando algo e ela não poderia morrer sem encontrá-lo. E o pior é que ela sabia o que era.
 — Então arrume-se, mulher, quero levá-la para almoçar fora antes de irmos para lá. Aproveite que hoje é tudo por minha conta! — ele tentou manter o bom humor, mesmo sabendo que Natália estava triste. A luminosidade que a envolvia enfraquecera desde que vira o tal homem na sorveteria. A luz que antes costumava cintilar muitos tons de azuis e púrpura, agora não passava de um triste cinza que ia escurecendo à medida que os dias iam passando. E a mancha na cabeça de Natália ficava também mais evidente a cada dia. Não aumentava, Andrew percebera, mas estava cada vez mais negra e mais profunda do que antes. Quem sabe ela tivesse razão e a sua hora estivesse próxima? Não era isso o que Andrew sentia. As energias emanadas do corpo de Natália eram ainda muito vivas, ele nunca se enganara nesses casos. Já vira milhares de condenados. A morte acompanhava a cada um deles, as auras eram apagadas muito antes de a hora chegar e a de Natália estava ali, acinzentada, mas acesa. Andrew respirou fundo, tentando encontrar a melhor maneira de animá-la mais uma vez, trazer de volta aquela força que ele vira em seus olhos, a vontade maximizada de viver intensamente. Mas isso também tinha sido antes que ela visse o tal homem. Tudo o que ele tinha visto de bom percorrendo-lhe a alma fora antes de ele aparecer. Se Andrew pudesse ao menos compreender que ligação tão intensa era aquela, que era capaz de atravessar tantas vidas... Mas ele não podia. Já vira muitas coisas curiosas, até mesmo assustadoras, ele diria. Presenciara reencontros incríveis, vira muitos mistérios sendo esclarecidos com terapias de regressão ou apenas usufruindo o que ele costumava chamar de seu sexto-sentido. E logo agora que precisava ajudar Natália, uma pessoa a quem amava, que era uma das mais importantes da vida dele, sua intuição lhe traía e seus pressentimentos falhavam. Fechou os olhos por um instante, tentando se concentrar, arrancar de si mesmo a resposta de que ela precisava. Ele que já fora a salvação de tanta gente, que já aliviara tantas dores, agora estava impotente perante Natália. Não queria fazer de conta que tudo aquilo era normal, por que ele tinha certeza de que não era, então não poderia ignorá-la. Ele estaria traindo-a, traindo sua confiança se não acreditasse nela, trairia até a si próprio, a sua compreensão da vida tão duramente entalhada em sua alma. Não, não passara por sua cabeça negar que a ligação entre aquelas duas almas pudesse ter sido perpetuada. Tudo o que ele sabia, tudo o que aprendera e o que conhecia, era como uma gota em meio ao oceano, comparado aos mistérios que ainda não conseguira explicar.
— Vamos, então? — Ela saíra do quarto vestindo um confortável moletom cor-de-rosa. Trazia os cabelos presos e não usava maquiagem. Nada se parecia com a mulher deslumbrante que ele levara ao teatro. Andrew quis dizer-lhe que se arrumasse com um pouco mais de boa vontade, quis até sugerir fazer-lhe um penteado exótico, ajudar a encontrar um vestido no armário, mas teve medo de magoá-la. Não que ele se incomodasse com isso, absolutamente, mas era mais triste ainda vê-la perdendo o amor próprio. Natália sempre gostara de andar arrumada, bem vestida, tinha um ótimo gosto para cores e sabia exatamente quais lhe caíam bem. Gostava de usar vestidos que lhe conferiam um ar de menina-moça, mas também era uma dama fatal, quando a ocasião assim exigia.
— Vamos. — respondeu apenas. O que ela menos precisava era de críticas e já que soaria falso um elogio sob tais condições, apenas ficou quieto.
Andrew emprestara o carro de um amigo, mas Natália insistiu em ir caminhando até o centro. Ela já não pretendia procurar o homem do sonho pelo caminho, mas queria sentir o calor do sol em sua pele. Andrew não a contrariou. Ele também gostava de longas caminhadas, admirava as paisagens, ainda que não muito belas, das ruas da cidade. Andaram devagar, observando cada casa, cada pessoa que entrava e que saía. Senhoras que trabalhavam em seus jardins e senhores que varriam as frentes dos quintais e juntavam as folhas secas espalhadas pelo vento de final de outono. Viam o céu preguiçoso com ralas nuvens branco-amareladas, semelhantes a pedaços de algodão desfiado. Andrew chamou a atenção dela para um pequeno avião que passou depressa sobre a cidade. Todos pararam para olhá-lo, porque não era um avião qualquer e não era comum uma visita ilustre em uma cidade do interior como aquela, onde a vida ainda não era tão apressada, onde as pessoas ainda conheciam umas às outras e que mantinham suas raízes humildes.
Natália olhou para o pequeno avião que traçava uma linha no espaço, sem muito entusiasmo. Perdera a vontade de assistir ao espetáculo, perdera a vontade de tudo. Já não pensava mais em plantas, as pobres flores que a esta altura, agonizavam e apodreciam em sua cozinha. Não voltara a conversar com o síndico sobre o pequeno pedaço de terra nos fundos do condomínio. Não gastaria uma fração do seu pouco tempo de vida se embelezando. Não precisava mais disso, não precisava mais de nada. Nem sabia ao certo por que tinha aceitado o convite de Andrew. Preferia estar em casa, debaixo das cobertas, sozinha, pensando. Ou quem sabe começaria a escrever um diário, ou um livro contando a história chata e sem graça de uma condenada. Não teria a mínima disposição para escrever. Queria mesmo ficar deitada, olhando o teto branco-amarelado do seu quarto desarrumado, por que não terminaria sequer a faxina que começara. Nem o banho quente e demorado a atraía. Temia ver as imagens do sonho novamente, e ela não queria mais do que espantá-lo, para nunca mais ser obrigada a ver aquelas imagens horríveis outra vez. Também não pretendia voltar ao consultório do terapeuta/hipnólogo. Apesar de ter se apegado a ele, pois era uma pessoa maravilhosa e se dispusera a ajudá-la apenas por bondade, sem exigir que assinasse nenhum dos termos que sugerira, e haver arriscado sua carreira por ela.
Almoçaram. Andrew insistiu para que ela comesse um pedaço da suculenta picanha servida na tábua, mas ela não estava com fome e ficara só com a salada. Enquanto ele enchia o prato com massas e carnes, ela mordiscava uma folhinha de alface, procurando enganá-lo, fazendo de conta que estava se deliciando com a salada ao molho rosado. Mas ele a conhecia bem demais para ser enganado. Pensou em dizer algo divertido na tentativa de animá-la, mas nada lhe veio à cabeça. Não seria indiscreto ou inadequado, contando alguma piada idiota. Também seria exagerado comentar sobre o homem do sonho. Logo agora que ele tinha decidido ajudá-la em sua busca, inesperadamente ela desistira. Ele não aprovava mesmo a tentativa de encontrar alguém de quem nem se sabia o nome, mas tinha que concordar que ela estava muito pior sem esperança. Se continuasse assim, definharia em pouco tempo.
Raquel Pagno
www.raquelpagno.com    


You Might Also Like

19 leitores apaixonados❣️

  1. Parece ser uma história lega, quando eu estiver com tempo vou acompanhar desde o início o/
    Adorei seu blog, abraço! http://likelivros.blogspot.com.br/

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Legal Érick! Não esquece de deixar suas opiniões nos comentários, ok?
      Beijos!

      Excluir
    2. Este comentário foi removido pelo autor.

      Excluir
  2. Oi Mila!

    A escrita da autora é rápida e envolvente, ainda que a premissa não me chame muito a atenção. Com certza para quem curtir o tema é uma ótima leitura.

    Beijos

    http://poesiasprosasealgomais.blogspot.com.br/

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Oi Fran! Que bom que achou envolvente, mesmo que não seja o seu estilo. Quem sabe uma outra história te cative?
      Obrigada pela visita! Beijocas!

      Excluir
  3. Destino é uma história escrita por você? Que legal, queria conseguir escrever bons textos, fics e afins... quando tiver tempo vou querer ler tudo!

    Adorei seu blog. Beijos :*
    Claris - Plasticodelic

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Olá Claris!
      Não sei se a pergunta foi para a Mi ou pra mim, mas sou eu que escrevo Destino! rsrsrsrs
      Leia sim e não se esqueça de deixar sua opinião nos comentários.
      Beijos!

      Excluir
  4. Ai que horror essa garota colocar um moletom cor-de-rosa pra sair na rua! Isso é realmente perder o amor próprio!! aff... bom, torço para que a Natália se recupere. Espero que consiga ter esperança.

    Ela realmente se auto-hipnotizou, né? É corajosa, mas meio louca!! hehe...

    Beijo!

    Ju
    Entre Palcos e Livros

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Olá Ju,

      Pois é, moletom cor-de-rosa!!! rsrsrsrsrsrs

      A auto hipnose não só é possível como não é perigosa. A sensação só duraria o tempo do transe, uma coisa é certa: ninguém se mantém hipnotizado por muito tempo.
      Claro que não ocorreria da forma como narrada no livro, seria necessário muito treino e muita técnica e conseguir entrar em um estado de transe hipnótico sozinho é muito difícil.
      Mas, como na literatura podemos tudo...

      Muito obrigada pela visita e pelo comentário! Não deixe de acompanhar os próximos capítulos!
      Beijos!

      Excluir
  5. Ah eu não to acompanhando, então to perdida, mas fiquei de boca aberta com Natália indo pra rua de pijama....OMG, como não tá essa alma hein, coitada.
    Eu gosto dessas coisas de hipnose, desperta minha curiosidade, chama minha atenção.

    Beijos.
    Leituras da Paty

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Olá Paty!

      A nova condição de Natália, por conta do aneurisma cerebral que ela acaba de descobrir, faz que com que tenha drásticas alterações de humor, andando entre a depressão e o ânimo absoluto. Ainda mais com a responsabilidade de encontrar o homem dos sonhos e salvá-lo da morte... Não está fácil pra ela. Nessas alturas da narrativa, eu diria que o pijama é o menor dos seus problemas... ;)

      Muito obrigada pela visita! Beijos!

      Excluir
  6. Acho muito legal que voce poste seu livro aqui, voce vai pretender publica-lo depois? Você também posta no wattpad?? Como prometido anteriormente, assim que encontrar um tempinho paro pra ler desde o inicio pois está meio correria agora. Beijos e boa sorte, continue escrevendo.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Olá Vanessa! Obrigada pela visita e pelo comentário! ;)

      Sim, o livro será publicado em Portugal com o título "O Voo da Fénix". No Brasil, não tenho nenhuma previsão de publicação.

      Ainda não tenho nada no wattpad, mas é uma ferramenta bastante interessante e pretendo conhecer em brave...

      Vou continuar, sim. Não perca os próximos capítulos e quando ler os anteriores, deixe a sua opinião pra gente nos comentários, ok?

      Beijocas!

      Excluir
  7. Oii,
    Confesso que ainda não li os anteriores, mas a cada postagem fico mais curiosa, assim que eu tiver um tempinho quero ler tudo e comentar com mais qualidade, mas achei uma ótima escrita.

    Bjs
    Aline Lima
    http://alinenerd.blogspot.com.br/

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Obrigada Aline, fico feliz que tenha gostado da escrita. :)

      Não deixe de comentar as postagens anteriores, quando puder ler. E não perca o que vem pela frente, teremos muitas reviravoltas.

      Obrigada por ter vindo! Beijos!

      Excluir
  8. Oi Raquel!
    Acho sempre sua escrita maravilhosa, ela é rápida e ao mesmo tempo tem aquela pegada que nos prende e nos faz querer sempre seguir em frente na história!
    Gostei desse capitulo, mas gosto sempre de ler direto uma história, ainda vou voltar e ler desde o principio!
    Beijos!!

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Olá Paula! Fico super feliz que esteja gostando. :D
      Quando ler tudo, não esquece de deixar sua opinião aqui pra gente, ok?
      Beijos!

      Excluir
  9. Oi Raquel,


    Estou gostando bastante da história, envolvente, em escrita e que faz a gente se ver como a personagem, se bem que nunca sai de pijama, rsrsrsrs.

    Beijos,

    Priscila Yume
    http://yumeeoslivros.blogspot.com.br/

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Legal! É sempre bom quando conseguimos nos por no lugar da personagem, né?
      Mas, um conselho: nunca, em hipótese alguma, saia de pijama!!! kkkkkk
      Obrigada pela visita! Beijão!

      Excluir

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Instagram

Assine

Follow

Linke-nos

Blog Canteiro de Obras Literárias