Divulgação # Semana Passarinha

15:27


Dia 2 de Abril, foi o Dia Mundial da Conscientização do Autismo, uma iniciativa da ONU para mostrar ao mundo sobre esse lado da vida de várias pessoas.

A Editora Valentina, não poderia ficar de fora e como ela fez ano passado junto com seus blogs parceiros essa conscientização e deu tão certo que esse ano ela está fazendo novamente e achei a campanha tão bacana que resolvi participar, mesmo não sendo parceira deles, afinal o que conta é mostrar a todos mais detalhes sobre o Autismo.




Fui procurar no Google o significado dessa doença e como podemos identificá-la e achei coisas ebm interessantes.

O autismo é um transtorno de desenvolvimento que geralmente aparece nos três primeiros anos de vida e compromete as habilidades de comunicação e interação social.
Em maio de 2013 foi lançada a quinta edição do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-V), que trouxe algumas mudanças importantes, entre elas novos diagnósticos e alterações de nomes de doenças e condições que já existiam.
Nesse manual, o autismo, assim como a Síndrome de Asperger, foi incorporado a um novo termo médico e englobador, chamado de Transtorno do Espectro do Autismo (TEA). Com essa nova definição, a Síndrome de Asperger passa a ser considerada, portanto, uma forma mais branda de autismo. Dessa forma, os pacientes são diagnosticados apenas em graus de comprometimento, dessa forma o diagnóstico fica mais completo.
O Transtorno do Espectro Autista é definido pela presença de “Déficits persistentes na comunicação social e na interação social em múltiplos contextos, atualmente ou por história prévia”, de acordo com o DSM-V.

As causas do autismo ainda são desconhecidas, mas a pesquisa na área é cada vez mais intensa. Provavelmente, há uma combinação de fatores que levam ao autismo. Sabe-se que a genética e agentes externos desempenham um papel chave nas causas do transtorno. De acordo com a Associação Médica Americana, as chances de uma criança desenvolver autismo por causa da herança genética é de 50%, sendo que a outra metade dos casos pode corresponder a fatores exógenos, como o ambiente de criação.
De qualquer maneira, muitos genes parecem estar envolvidos nas causas do autismo. Alguns tornam as crianças mais suscetíveis ao transtorno, outros afetam o desenvolvimento do cérebro e a comunicação entre os neurônios. Outros, ainda, determinam a gravidade dos sintomas.
Quanto aos fatores externos que possam contribuir para o surgimento do transtorno estão a poluição do ar, complicações durante a gravidez, infecções causadas por vírus, alterações no trato digestório, contaminação por mercúrio e sensibilidade a vacinas.
E por falar nelas, ainda se acredita muito que algumas vacinas possam causar autismo em crianças. Os pais podem pedir ao médico ou enfermeira que esperem ou até mesmo recusem a aplicação da vacina. No entanto, é importante pensar também nos riscos de não vacinar a criança.
Algumas pessoas acreditam que uma pequena quantidade de mercúrio (chamada de timerosal), que é um conservante comum em vacinas multidose, causa autismo ou TDAH. No entanto, as pesquisas NÃO indicam que esse risco seja verdadeiro.
American Academy of Pediatrics e The Institute of Medicine dos EUA concordam que nenhuma vacina ou componente dela é responsável pelo número de crianças que atualmente são diagnosticadas com autismo. Eles concluíram que os benefícios das vacinas são maiores do que os riscos.
Todas as vacinas de rotina da infância estão disponíveis em formas de dose única em que não foi adicionado mercúrio.
O número exato de crianças com autismo é desconhecido. Um relatório publicado pelos Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos EUA sugere que o autismo e seus distúrbios relacionados são muito mais comuns do que se imagina. Não está claro se isso se deve a um aumento na taxa da doença ou à maior capacidade de diagnóstico do problema.
O autismo afeta quatro a cinco vezes mais meninos do que meninas. Renda familiar, educação e estilo de vida parecem não influenciar no risco de autismo.
Alguns médicos acreditam que a maior incidência de autismo se deve a novas definições do transtorno. O termo "autismo" agora inclui um espectro mais amplo de crianças. Por exemplo, hoje em dia, uma criança diagnosticada com autismo altamente funcional poderia ser simplesmente considerada tímida ou com dificuldade de aprendizado há 30 anos.
Outros transtornos de desenvolvimento parecido incluem:
  • Síndrome de Rett: muito diferente do autismo, só ocorre no sexo feminino
  • Transtorno desintegrativo da infância: doença rara em que uma criança adquire as habilidades e depois esquece tudo antes dos 10 anos de idade
  • Transtorno de desenvolvimento pervasivo: não especificado, também chamado de autismo atípico.
A maioria dos pais de crianças com autismo suspeita que algo está errado antes de a criança completar 18 meses de idade e busca ajuda antes que ela atinja 2 anos. As crianças com autismo normalmente têm dificuldade em:
  • Brincar de faz de conta
  • Interações sociais
  • Comunicação verbal e não verbal
Algumas crianças com autismo parecem normais antes de um ou dois anos, mas de repente "regridem" e perdem as habilidades linguísticas ou sociais que adquiriram anteriormente. Esse tipo de autismo é chamado de autismo regressivo.
Uma pessoa com autismo pode:
  • Ter visão, audição, tato, olfato ou paladar excessivamente sensíveis (por exemplo, eles podem se recusar a usar roupas "que dão coceira" e ficam angustiados se são forçados a usálas)
  • Ter uma alteração emocional anormal quando há alguma mudança na rotina
  • Fazer movimentos corporais repetitivos
  • Demonstrar apego anormal aos objetos.
Os sintomas do autismo podem variar de moderados a graves.
Os problemas de comunicação no autismo podem incluir:
  • Não poder iniciar ou manter uma conversa social
  • Comunicar-se com gestos em vez de palavras
  • Desenvolver a linguagem lentamente ou não desenvolvê-la
  • Não ajustar a visão para olhar para os objetos que as outras pessoas estão olhando
  • Não se referir a si mesmo de forma correta (por exemplo, dizer "você quer água" quando a criança quer dizer "eu quero água")
  • Não apontar para chamar a atenção das pessoas para objetos (acontece nos primeiros 14 meses de vida)
  • Repetir palavras ou trechos memorizados, como comerciais
  • Usar rimas sem sentido
Existem diversos sintomas que podem indicar autismo, e nem sempre a criança apresentará todos eles. Entre os grupos de sintomas que podem afetar uma pessoa com autismo estão:

Interação social

  • Não faz amigos
  • Não participa de jogos interativos
  • É retraído
  • Pode não responder a contato visual e sorrisos ou evitar o contato visual
  • Pode tratar as pessoas como se fossem objetos
  • Prefere ficar sozinho, em vez de acompanhado
  • Mostra falta de empatia

Resposta a informações sensoriais

  • Não se assusta com sons altos
  • Tem a visão, audição, tato, olfato ou paladar ampliados ou diminuídos
  • Pode achar ruídos normais dolorosos e cobrir os ouvidos com as mãos
  • Pode evitar contato físico por ser muito estimulante ou opressivo
  • Esfrega as superfícies, põe a boca nos objetos ou os lambe
  • Parece ter um aumento ou diminuição na resposta à dor

Brincadeiras

  • Não imita as ações dos outros
  • Prefere brincadeiras solitárias ou ritualistas
  • Não faz brincadeiras de faz de conta ou imaginação

Comportamentos

  • Acessos de raiva intensos
  • Fica preso em um único assunto ou tarefa (perseverança)
  • Baixa capacidade de atenção
  • Poucos interesses
  • É hiperativo ou muito passivo
  • Comportamento agressivo com outras pessoas ou consigo
  • Necessidade intensa de repetição
  • Faz movimentos corporais repetitivos

A Editora, ainda conta com um livro que relata sobre autismo, mas ainda não tive a oportunidade de ler o mesmo. Vou deixar aqui a capa e sinopse para vocês conferirem!

Passarinha - No mundo de Caitlin tudo é preto ou branco. As coisas são boas ou más. Qualquer coisa no meio do caminho é confuso. Essa é a máxima que o irmão mais velho de Caitlin sempre repetiu. Mas agora Devon está morto e o pai não está ajudando em nada. Caitlin quer acabar com isso, mas como uma menina de onze anos de idade, com síndrome de Asperger ela não sabe como. Quando ela lê a definição de encerramento ela percebe que é o que ela precisa. Em sua busca por ele, Caitlin descobre que nem tudo é preto ou branco, o mundo está cheio de cores, confuso e bonito.








Espero que tenham gostado do post e espero a opinião de vocês aqui!

Beijinhos!



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6 leitores apaixonados❣️

  1. Oii, tudo bem?
    Eu achei bem bacana essa iniciativa da editora, acho que temos que conscientizar as pessoas desde sempre sobre o assunto.

    www.fonte-da-leitura.blogspot.com.br

    ResponderExcluir
  2. Mi!
    O autismo é um tema importante, principalmente agora em que os casos estão tem uma diagnosticação mais precisa do que a um tempo atrás.
    Se faz necessária uma discussão e a editora tem feito esse trabalho com primor.
    Parabéns!
    Bom Domingo!
    “Ser feliz sem motivo é a mais autêntica forma de felicidade.” (Carlos Drummond de Andrade)
    Cheirinhos
    Rudy

    ResponderExcluir
  3. Super completa essas informações, Michelle!!!
    Essa da vacina eu não sabia.. Fiquei bem surpresa...
    Essa, como diversas outras doenças, necessitam de uma atenção especial dos pais para diagnosticar cedo... Porém, sabemos que muitos pais se negam a acreditar que o filho tenha alguma coisa e assim acaba perdendo tempo em oferecer uma vida de qualidade para seus filhos, de acordo com suas características...
    Parabéns pelo artigo..

    Bjo
    escritaseleituras.weebly.com

    ResponderExcluir
  4. Oi, amei o carinho e a dedicação que tiveram em fazer esse post, explicando e falando mais sobre tudo que envolve o autismo. Eu espero que um dia possam conseguir um jeito da ciência evoluir cada vez mais e melhorar a vida dessas pessoas. Confesso que não li ainda o livro, mas tenho bastante vontade e curiosidade em ler. Incrível é o que posso dizer sobre a atitude.
    Beijos

    ResponderExcluir
  5. Oi Mi, tudo bem??

    Nossa gostei muito da postagem.... fiquei perplexa do quanto eu não sabia de nada... quero dizer sabia de algo muito vago e nada tão profundo... é incrível como ainda tem tantas informações que ainda não sabemos e nem sempre procuramos saber... eu achei bem legal a postagem e bem explicativa... parabéns pela iniciativa... xero!

    ResponderExcluir
  6. Oi Mi, adorei seu post. Achei muito legal por parte da editora essa campanha de conscientização desta doença. Acho importante que todos nós façamos o possível para que estes assuntos fiquem mais esclarecidos, e que as pessoas possam ter mais boa vontade com eles.
    Infelizmente por conta de alguns afazeres e compromissos prévios do blog, acabei não participando desta semana de divulgação. Mas, procurei ajudar divulgando nas redes sociais do blog.
    Também não li o livro, mas só ouço elogios sobre ele.
    Bjus
    Lia Christo
    www.docesletras.com.br

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